Em 1964, ex-deputada Sandra Cavalcanti já alertava contra a picaretagem do método Paulo Freire

“O que é novo no método Paulo Freire é o abuso e o desrespeito à personalidade do educando, a covardia de invadir a sua humildade e a sua ignorância, sem ser com a intenção reta de libertá-lo desta incapacidade técnica.”

Leia a seguir matéria publicada no site Senso Incomum, em 17.12.2019.

A professora Sandra Cavalcanti, secretária de Serviços Sociais de Guanabara, deu uma exclusiva ao antigo Jornal do Brasil, em março de 1964, sobre por quais motivos Paulo Freire era uma fraude:

“O que é novo no método Paulo Freire é o abuso e o desrespeito à personalidade do educando, a covardia de invadir a sua humildade e a sua ignorância, sem ser com a intenção reta de libertá-lo desta incapacidade técnica.”

A professora explica que o método, além de ser uma falcatrua, visava somente transformar o estudante em um revolucionário:

um suposto método milagroso de alfabetização é cantado em prosa e verso, para justificar a utilização de processos revolucionários e subversivos junto aos adultos analfabetos”.

Para Cavalcanti,  os comunistas queriam se apossar da Educação, pois conseguiriam conquistar a inteligência brasileira:

Daqui a 10 ou 15 anos, estarão a seu dispor, conformada aos seus planos, engajada nas suas lutas, toda uma geração atuante. Fizeram isso em outros países. Começam sempre por conquistar os meios universitários e conseguem todas as vezes que encontram democratas omissos. Um deles, que mais serviços lhe prestou neste particular, chama-se Juscelino Kubitschek.”

Parece que Paulo Freire era uma fraude desde 1964.

Veja a imagem do jornal e a entrevista abaixo:

1964, Paulo Freire, Cavalcanti, embuste

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