Artigos

Divulgaremos neste espaço artigos relacionados à questão da instrumentalização do ensino para fins político-partidários e ideológicos.

As páginas do EscolasemPartido.org estão abertas a todos os que tenham algo a dizer sobre o tema de que nos ocupamos, não importando a faixa do espectro político-ideológico em que se situem.


Totalitarismo através da educação

 Por Percival Puggina

(Foto: Nadia Raupp Meucci)A burocracia do MEC está com pé no estribo para cavalgar de vez a educação brasileira. Refiro-me ao uso extensivo e abusivo daquilo que a Constituição determina: fixação de “conteúdos mínimos” para o ensino fundamental. No recentemente aprovado Plano Nacional de Educação (2014-2024) foi inserido um negócio chamado Base Nacional Comum Curricular (BNC) e, obviamente, coube ao MEC, povoado de companheiros, realizar a frutuosa tarefa. O ministério reuniu 116 especialistas de 35 universidades e produziu um calhamaço que, neste momento, está “aberto” a sugestões da sociedade. Ora, a sociedade nem sabe o que está acontecendo. E o que está acontecendo é gravíssimo! Aquilo que, na perspectiva do constituinte de 1988, deveria ser um conjunto de conteúdos, se converteu num manual para homogeneizar cabeças e tornar hegemônica, no ambiente escolar, a ideologia que, há tempos, grassa e desgraça a educação brasileira.

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Quem deve aprovar a BNCC?

 Por Miguel Nagib

O sistema educacional brasileiro é como um edifício gigantesco, cujas estruturas foram corroídas de alto a baixo por cupins ideológicos. De vez em quando, desaba uma parede ou uma laje, e o estrondo acaba chamando a atenção do grande público.

O último desabamento foi provocado pela proposta da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Dias atrás, o historiador Marco Antonio Villa demonstrou, em artigo publicado no jornal O Globo, que, se a proposta do MEC for aprovada, os estudantes brasileiros que quiserem aprender alguma coisa sobre o antigo Egito, a Mesopotâmia e a Grécia; o Império Romano e o nascimento do cristianismo; a Idade Média, o Renascimento, a Revolução Industrial e até mesmo a Revolução Francesa serão obrigados a se virar por conta própria. Na sala de aula, terão de estudar os mundos ameríndios, africanos e afrobrasileiros; interpretar os movimentos sociais negros e quilombolas; valorizar e promover o respeito às culturas africanas e afroamericanas. É um assombro.

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Por que a “proposta de intervenção” da redação do ENEM e dos vestibulares não deveria existir

Por Guilherme Cintra *

Na redação do ENEM e de alguns vestibulares, cobra-se o gênero dissertativo argumentativo. Nesse gênero, o aluno deve dissertar, defender argumentos para sustentar sua tese e, além disso, propor uma solução para o tema abordado [1]. Das competências cobradas na redação do ENEM, a Competência 5 estipula que o aluno deve “elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos” [2]. Com isso, se o aluno não quiser perder 1/5 do valor da redação, ele deve colocar algum tipo de proposta de intervenção para o tema proposto. Isso significa que, mesmo se suas ideias no desenvolvimento e/ou tese da redação não forem compatíveis com qualquer tipo de intervenção para o problema, ele ainda deve colocá-la.

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Enfim, o tema musical da educação brasileira



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