Os governos municipais, estaduais e federal desempenham um papel preponderante na educação brasileira, graças ao expressivo volume de recursos destinados ao ensino pela Constituição. Cabe a esses entes, portanto, a maior parte da responsabilidade pelo estado de ideologização, politização e partidarização do ensino no país. De fato, a partir da década de 1980, os governos estaduais e federal, principalmente, não só não identificaram e não combateram o problema, como contribuíram decisivamente para a sua disseminação, ao promoverem uma perspectiva pedagógica altamente politizada.

Divulgaremos, nesta página, textos, normas e documentos que evidenciam essa grave cumplicidade do estado brasileiro com a doutrinação ideológica e com a usurpação da autoridade moral dos pais pelas escolas e professores.


Burocrata do ensino defende a usurpação da autoridade moral dos pais pela escola

Por Reinaldo Azevedo

Recebo o seguinte comentário de Marlene França, que assim se identifica: “Grupo Gestor Municipal do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas- Lucena-PB (com muito orgulho)”. Leiam (conforme veio). Volto em seguida:

Primeiro quero lamentar a forma como o assunto foi tratado. Por isso, não é de se espantar que tantas pessoas tenham se manifestado. Discordo da maneira abusiva, discriminatória, preconceituosa e…como você tratou o assunto. Quero lembrar que o Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas é uma iniciativa do Governo Federal executado através do Ministério da Saúde e Educação. Tem se traduzido numa experiência fantástica em vários estados do Brasil. Na Paraíba tenho acompanhado o tratamento que vem sendo dado ao SPE e temos que reconhecer os resultados positivos que só foram possíveis com a implantação do SPE nas escolas.

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Esquerdopatia sensual e escolhas morais

Por Reinaldo Azevedo

O que faz este rapaz neste vestidinho apertado? Vocês entenderão.

Ah, bem, os esquerdopatas e alguns que se querem libertários resolveram também especular sobre a minha vida sexual: “Por que você se incomoda tanto com isso?”; “Você não gosta de sexo?”; “Tem algum problema?”. E por aí afora. Vocês sabem: quando eles começam a pensar, a gente sente o cheiro de longe. É o correspondente intelectual daquelas pessoas que não respeitam elevador… A única diferença é que a gente pode ouvir o seu borborigmo cerebral, enquanto o outro, mais intestino, é geralmente expelido em silêncio.

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Eles não têm razão, mas querem vencer o debate

Por Reinaldo Azevedo

Ah, claro, claro! A questão da educação sexual nas escolas continua rendendo. Sobretudo porque há um bando — a palavra é essa, sim — de idiotas que responde àquilo que não escrevi. Até parece que me opus a aulas sobre sexualidade. E isso é falso. Esse é mais um dos textos que não escrevi, e esta é mais uma das opiniões que não tenho: “Reinaldo é contra educação sexual nas escolas”. Não! Defendo que as aulas sejam adequadas à faixa etária das crianças e jovens e que o professor se dispense de levar à sala pênis e vaginas de borracha (ainda não se chegou a esse ponto, creio, dada a, como direi?, “internalidade” do órgão, mas logo descolarão uma daquelas bonecas infláveis…), no que caracteriza, por razões que me dispenso de expor, um claro constrangimento às crianças.

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Protejam suas crianças do molestamento do Estado

Por Reinaldo Azevedo

Leitor, é um texto longo. Muito longo. Mas, creio, necessário.
 
As fotos que você vêem acima retratam o kit que o Ministério da Saúde, comandado pelo inefável José Gomes Temporão, envia às escolas para as aulas de educação sexual. Integram um tal Programa de Saúde e Prevenção. Em São Paulo, ele é desenvolvido em parceria com a Secretaria Estadual de Educação e com os municípios. Deve ser assim no Brasil inteiro. Falta a personagem principal do kit de Temporão: um pênis de borracha que o poeta Bocage diria ser daqueles que servem mais para “mostrar do que para usar” — ele empregava outro verbo, que o decoro me impede de escrever. E, claro, decidi não publicar a imagem aqui porque não é coisa que deva ser exibida em blogs de família. Duvido que qualquer dos nossos jornais a estampasse na primeira página. Vocês entenderam: alunos de 12, 13 anos estão sendo expostos a um “material didático” que não pode ser exibido em blogs e jornais voltados para o público adulto.

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Haddad e a doutrinação

Por Miguel Nagib*

Os artigos do jornalista Ali Kamel sobre a contaminação ideológica nos livros didáticos do ensino fundamental e médio (O Globo, 18/09 e 02/10/2007, para ler, clique aquiaqui ) atraíram finalmente a atenção da grande imprensa para o grave problema da doutrinação político-ideológica nas escolas.

Por conta das denúncias, o petista Fernando Haddad, Ministro da Educação, tem sido chamado pela mídia a dar explicações sobre a inclusão dessas obras no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) do MEC e sobre a ideologização do ensino em geral. E, por incrível que pareça, está conseguindo escapar das cobranças que lhe são feitas: nem ele, nem o MEC têm culpa pelo que está acontecendo – se é que alguma coisa está de fato acontecendo.

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