Mensagem enviada por Ana Prudente, em 13.08.2007

Acredito em cada palavra que a Sra. Mírian Macedo, mãe de uma estudante do Colégio Pentágono/Morumbi (SP), escreveu em seu texto-denúncia Luta sem Classe. Meu filho estudou nessa mesma unidade de 1992, quando entrou na pré-escola, até concluir o colegial.

Parece-me que foi a partir da 8ª série que, acompanhando os estudos de meu filho, percebi que os capítulos mais valorizados nos livros de História eram justamente aqueles que enalteciam as experiências comunistas pelo mundo. Neles, o viés marxista estava em alta, enquanto os capítulos que ensinavam sobre a queda do comunismo eram simplesmente ignorados.

Lembro-me do dia  em que meu filho chegou em casa e contou que seu colega tinha sido expulso da sala de aula por ter afirmado que, nos tempos do regime militar, tínhamos mais segurança nas ruas. Eles estavam cursando o ensino médio nesta época e eu pergunto: Por acaso o garoto  disse alguma mentira para ser expulso de sala?

Mas o pior ainda estava por vir. Um dia, ao acordar, me deparei com um pôster enorme de Che Guevara colado na porta do quarto de meu filho. Quando lhe perguntei como tinha conseguido o tal poster, ele contou que seu professor de Política, de nome Rodrigo, tinha presenteado todos os alunos com aquela “pérola”.

Aliás, o professor Rodrigo também promovia viagens a Cuba nas férias de julho, levando grupos de alunos para “passear” na ilha de Fidel. A organização destas  viagens, incluindo reuniões com os pais, era feita nas próprias dependências do Colégio Pentágono.

No dia em que meu filho ganhou o poster de Che, eu o chamei para uma conversa muito séria, explicando-lhe os princípios teóricos de Marx, alertando para toda essa manipulação tendenciosa e apontando, sobretudo, os milhões de mortes que a aplicação do marxismo pelos regimes comunistas acarretou.

Depois de detectar estes desvios esquerdistas no ensino do Colégio Pentágono, tentei, por várias vezes, tirar meu filho de lá, mas ele sempre resistiu. Eu até compreendia, pois aquele colégio era como se fosse seu segundo lar. E como ele tirava zero propositalmente nas provas de admissão nas escolas em que eu tentava colocá-lo, fui obrigada a desistir e continuar suportando a escola que ensinava aos seus jovens que o marxismo era tudo de bom.

Eu temia que ele sofresse algum tipo de perseguição caso eu denunciasse o viés esquerdista que passou a dominar o Colégio Pentágono. Não posso afirmar que fosse orientação da direção, mas que os professores estavam quase todos dominados e que idolatravam Marx, Fidel, Che e outros, isso eu tenho certeza.

Meu conselho aos pais com filhos em idade escolar é que fiquem atentos, muito atentos nas conversas que seus filhos trazem para casa. Que puxem assunto para que possam detectar uma possível “lavagem cerebral” em andamento, prática comum aplicada por aqueles que deveriam se manter neutros com relação aos seus alunos.

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