Professora leva pênis de borracha para sala de aula

“Enfim, acho que a doutrinação está longe de acabar. É um exército de pessoas de cabeça lavada. Não temos tradição pensante ou realmente crítica, mas o ESP é um começo importante, um primeiro passo relevante”.

Olhando a página do ESP passou um filme na minha cabeça. Lembro que quando tinha 12 ou 13 anos, começou na escola uma matéria denominada “educação sexual”. A professora praticamente ensinava os alunos a se masturbarem. Lembro de uma aula que foi levada uma pênis de borracha para uma sala de aula. Fomos ensinados a colocar camisinha com aquela idade.

Ao mesmo tempo, os livros enalteciam o “proletariado” e “igualdade”. Tudo muito discreto. Subliminar, eu diria. Falava-se em distribuição igualitária de terras e reforma agrária. Margareth Tatcher era demonizada nas séries seguintes por “governar para os ricos”. A dita “revolução cubana” era tratada como uma enorme façanha de resistência ao imperialismo; assim como a “revolução soviética”, também tratada com ares de dias gloriosos. Cuba era um centro de medicina avançada, um exemplo para mundo. Nunca era tratado o desastre do comunismo na URSS, nem a ditadura em Cuba, nem o que houve em Holodomor. Um lado sempre teve voz – o da esquerda -, para pintar o discurso das cores que queria. E nós, crianças, assistíamos aquilo acreditando nas figuras de autoridade dos professores.

Já adulta, vi o mesmo acontecendo com a minha sobrinha, só que de maneira muito mais escancarada. Ofereci a ela livros como Mises e Olavo de Carvalho, para que conhecesse um outro lado do discurso e escolhesse como pensar. Tive uma desagradável surpresa: me falou que seu professor (a quem chamava de “orientador”, ainda na escola) tinha proibido (eu disse PROIBIDO) os alunos de terem contatos com tais materiais, porque era coisa de “fascista” e “reacionário”.

Certa vez, chegou em casa falando que o professor de história tinha dito que a Coreia do Sul era comunista e a do Norte capitalista, mas a mídia, financiada pelos empresários, distorcia e falava o contrário porque não queriam que todos soubessem do sucesso que era o comunismo, temiam ser espoliados de seus bens para uma divisão igualitária com os proletários.

Sinceramente considero isso um estelionato educacional, me causa uma profunda dor no coração ver o que foi feito do nosso sistema educacional. Hoje, ela (minha sobrinha) está em uma faculdade federal cursando psicologia. Feminista, eleitora do PSOL, vota em Boulos, defensora dos ditos direitos sociais, contra a “burguesia”. Espero que, com o tempo e a realidade, mude. A família não consegue mais acessar nossa jovem para dialogar sobre nada. Foi lobotomizada. Não senta  mais à mesa conosco. Nem em seu aniversário, que preparamos com carinho. Pegou um pedaço de bolo e foi para o quarto, onde, aliás, guarda os livros de esquerda como se fossem tesouros. É triste, mas esses professores maconheiros travestidos de “caras legais” se tornaram donos de alguns de nossos jovens, e pais envaidecidos deixam chegar nesse ponto. Eu me recordo de dar uns toques na minha irmã algumas vezes, mas o fato de a menina obter notas excelentes na escola (justamente por seguir bonito a doutrinação), bem como ser reconhecida por esses professores deixavam minha irmã na tranquilidade de que ela, uma aluna exemplar, estava indo muito bem na escola.

Enfim, acho que a doutrinação está longe de acabar. É um exército de pessoas de cabeça lavada. Não temos tradição pensante ou realmente crítica, mas o ESP é um começo importante, um primeiro passo relevante.

Obrigada por existirem.

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