Depoimentos

Divulgaremos neste espaço depoimentos de estudantes que tiveram ou ainda têm de aturar a militância político-partidária ou ideológica de seus professores.

Esperamos, com isso, alcançar um duplo resultado. O primeiro é ajudar outros estudantes a identificar as estratégias de doutrinação e propaganda utilizadas por seus professores e, naturalmente, se precaver contra elas. O segundo é mostrar aos professores que porventura se reconheçam em tais depoimentos o grande erro que vêm cometendo ao tentar fazer de seus alunos futuros "agentes de transformação social", a serviço desse ou daquele partido ou ideologia.


Depoimento de Priscilla Aydar (21.01.2016)

Durante os anos de 2008 e 2009 eu lecionei inglês na melhor escola pública de Uberlândia, a ESEBA – Escola de Educação Básica da Universidade Federal de Uberlândia. Lecionei para alunos do 6º ao 9º ano e tive uma fantástica experiência profissional, já que a escola federal é muito diferente das estaduais ou municipais: há recursos, há estrutura, há apenas mestres e doutores na docência e o salário é bem acima da média. Foram dois anos intensos e felizes e eu mentiria se dissesse que não sinto saudades...

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Depoimento de Marcelo Faria, via Facebook (01.07.2016)

Comigo aconteceu várias vezes em várias ocasiões conforme decorriam os anos do ensino fundamental. Mas a que mais me marcou mesmo foi na 7ª série qdo entrou uma professora nova de história (prova de um ensino público caótico: a cada semestre mudavam os professores, cada vez de uma matéria - era uma ciranda de professores) na minha sala, que me marcou muito pq ela odiava os EUA, ela nem falava o nome estados unidos, mas sim Tio Sam. E todos os problemas da américa latina ela dizia que eram causados por interferencias dos EUA em conspirações e planos diabólicos que eles faziam intervindo na politica da região.

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Depoimento de Dorcas J. Alves da Silva, via Facebook (24.05.2016)

Desde que tomei conhecimento do ESCOLA SEM PARTIDO, tenho acompanhado e gosto muito, pois antes eu já combatia essa doutrinação que tomou conta das instituições de ensino.

Neste ano de 2016 resolvi voltar à faculdade, fazendo curso de história na Universidade Estadual de Goiás, e confesso que no segundo dia já queria desistir. Levei um susto, não acreditei no que estava presenciando, a faculdade é uma verdadeira ''boca de fumo''; o cheiro de maconha está em toda parte. Durante a semana do calouro, fomos recepcionados e assistimos a várias palestras, tudo voltado para a ideologia de gênero; professores gays falando sobre homossexualismo.

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