Depoimentos

Divulgaremos neste espaço depoimentos de estudantes que tiveram ou ainda têm de aturar a militância político-partidária ou ideológica de seus professores.

Esperamos, com isso, alcançar um duplo resultado. O primeiro é ajudar outros estudantes a identificar as estratégias de doutrinação e propaganda utilizadas por seus professores e, naturalmente, se precaver contra elas. O segundo é mostrar aos professores que porventura se reconheçam em tais depoimentos o grande erro que vêm cometendo ao tentar fazer de seus alunos futuros "agentes de transformação social", a serviço desse ou daquele partido ou ideologia.


Mensagem enviada por Klauss Pfiffer Tofanetto, em 18.08.2008

Acabei de receber a seguinte mensagem de uma aluna que faz cursinho pré-vestibular no Curso Macedo Soares de Volta Redonda-RJ:

"a prof. [es]tava comentando a redação do enem, daí ela disse que um tema provável de cair era o papel da familia na sociedade e que ela via os alunos escreverem como o pai dela escreveria apoiando a familia tradicional e que no enem vc perdia pontos por isso em cidadania por não aceitar os diferentes tipos de família; aí eu fiquei revoltada. Em redação tenho que escrever a minha opinião e convencer a pessoa que está lendo, e não escrever o que a pessoa quer ler"

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Mensagem enviada por aluno da UFRJ, em 10.09.2007

Após terminar o Bacharelado em Letras, tive de dar início às matérias da Faculdade de Educação para obter o diploma de Licenciatura. Praticamente todas as matérias servem essencialmente à doutina marxista.

Comecei agora a matéria de Estrutura e Funcionamento do Ensino que, basicamente, deveria tratar das leis da educação. Logo na segunda aula, estudamos um texto de Paul Singer, que tratava do "neoliberalismo" no Brasil. Falei que era um texto panfletário e ficamos, eu e a turma a discutir o resto da aula. Para a terceira aula, havia um texto chamado "Política educacional" cujos autores são: Eneida Oto Shiroma; Maria Célia Marcondes de Moraes e Olinda Evangelista.

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Uma trajetória de exposição ao marxismo

 Por Márcio Santana *

Meu contato com a pregação do marxismo em sala de aula começou cedo. Lembro-me nitidamente de uma professora de geografia na 8ª série (cursada em 1993) que gastava aulas e mais aulas para falar das condições de trabalho dos professores (baixo salário, falta de giz, material didático etc.). Na época, pouco me importava com aquilo tudo. Eu era o que os marxistas chamam – com deboche – de um perfeito alienado.

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Tomatadas

O Blog do Diniz


De olho no livro didático

Blog do Prof. Orley


Não deixe que seu professor faça isso com você.


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Enfim, o tema musical da educação brasileira



Biblioteca Politicamente Incorreta

O-Guia-politicamente-incorreto-da-história-da-América-Latina


 

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