O Papel do Governo

Os governos municipais, estaduais e federal desempenham um papel preponderante na educação brasileira, graças ao expressivo volume de recursos destinados ao ensino pela Constituição. Cabe a esses entes, portanto, a maior parte da responsabilidade pelo estado de ideologização, politização e partidarização do ensino no país. De fato, a partir da década de 1980, os governos estaduais e federal, principalmente, não só não identificaram e não combateram o problema, como contribuíram decisivamente para a sua disseminação, ao promoverem uma perspectiva pedagógica altamente politizada.

Divulgaremos, nesta página, textos, normas e documentos que evidenciam essa grave cumplicidade do estado brasileiro com a doutrinação ideológica e com a usurpação da autoridade moral dos pais pelas escolas e professores.


Haddad e a doutrinação

Por Miguel Nagib*

Os artigos do jornalista Ali Kamel sobre a contaminação ideológica nos livros didáticos do ensino fundamental e médio (O Globo, 18/09 e 02/10/2007, para ler, clique aquiaqui ) atraíram finalmente a atenção da grande imprensa para o grave problema da doutrinação político-ideológica nas escolas.

Por conta das denúncias, o petista Fernando Haddad, Ministro da Educação, tem sido chamado pela mídia a dar explicações sobre a inclusão dessas obras no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) do MEC e sobre a ideologização do ensino em geral. E, por incrível que pareça, está conseguindo escapar das cobranças que lhe são feitas: nem ele, nem o MEC têm culpa pelo que está acontecendo – se é que alguma coisa está de fato acontecendo.

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Haddad não combate esquerdopatas porque é um deles

Por Reinaldo Azevedo

E agora vem o “Como queríamos demonstrar” a respeito do ministro Fernando Haddad. Ele é autor de um livro chamado Trabalho e Linguagem- Para Renovação do Socialismo. Abaixo, há alguns trechos que foram publicados na revista Época. Seguem em vermelho. Comento em azul. Vocês verão que Haddad consegue ser pior do que os autores de livros didáticos.

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Esquerdopata, esquerdocínico ou esquerdiota? Ou os três?

Por Reinaldo Azevedo

O ministro da Educação, Fernando Haddad, participou, nesta terça, de uma solenidade no Ministério da Saúde. À saída, indagado pelos repórteres sobre a manipulação ideológica dos livros didáticos, que vem sendo apontada pelo jornalista Ali Kamel (ver aqui), respondeu: “Não é uma opinião generalizada. O programa livro didático é muito elogiado; tem sido aperfeiçoado ao longo dos anos, e nós temos que respeitar a pluralidade de opiniões, né?” E emendou: “O MEC não professa ideologias. O MEC é guardião da liberdade e vai continuar sendo guardião da liberdade...” E achou que sua contribuição ao equívoco ainda era pequena, daí ter optado pelo complemento: “O Ministério da Educação só compra livros que são escolhidos pelos professores. Então, tem três soluções: manter a liberdade, censurar os livros ou trocar os professores. Eu fico com a primeira.”

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O Blog do Diniz


De olho no livro didático

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Não deixe que seu professor faça isso com você.


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Enfim, o tema musical da educação brasileira



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