O Papel do Governo

Os governos municipais, estaduais e federal desempenham um papel preponderante na educação brasileira, graças ao expressivo volume de recursos destinados ao ensino pela Constituição. Cabe a esses entes, portanto, a maior parte da responsabilidade pelo estado de ideologização, politização e partidarização do ensino no país. De fato, a partir da década de 1980, os governos estaduais e federal, principalmente, não só não identificaram e não combateram o problema, como contribuíram decisivamente para a sua disseminação, ao promoverem uma perspectiva pedagógica altamente politizada.

Divulgaremos, nesta página, textos, normas e documentos que evidenciam essa grave cumplicidade do estado brasileiro com a doutrinação ideológica e com a usurpação da autoridade moral dos pais pelas escolas e professores.


Livro Didático: Critérios de Seleção do MEC

De acordo com as Resoluções nºs 3/2001 e 38/2003 do Conselho Deliberativo do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE, cabe às Secretarias de Educação Fundamental e de Educação Média e Tecnológica do Ministério da Educação a avaliação e seleção das obras a serem incluídas nos guias e catálogos que orientarão a escolha dos livros didáticos por milhares de professores do ensino fundamental e do ensino médio em todo o país. Feita a escolha pelos professores, a escola comunica o MEC e os livros escolhidos são adquiridos pelo FNDE e enviados às escolas públicas para distribuição aos alunos.

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O MEC acorda tarde

Editorial do Estado de São Paulo, edição de 20.09.2007

O sistema de compra de livros didáticos adotado pelo Ministério da Educação (MEC) continua apresentando gravíssimos problemas. Terreno fértil para a corrupção, sujeito aos lobbies de editores e, principalmente, amplamente infiltrado pela “esquerda festiva”, ele se caracteriza pelo enviesamento ideológico nos critérios de escolha e pela falta de controle em sua distribuição, a ponto de obras rejeitadas por especialistas contratados pelo próprio governo continuarem sendo livremente utilizadas em salas de aula. É esse o caso da coleção Nova História Crítica de autoria de Mário Schmidt, que apenas entre 2005 e 2007 foi distribuída a 750 mil estudantes da rede pública - submetidos, assim, a autêntica “lavagem cerebral”.

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Lata de lixo da História

Editorial da Folha de São Paulo, edição de 20.09.2007

O PROGRAMA Nacional do Livro Didático (PNLD) conta em 2007 com orçamento de R$ 620 milhões. Uma cifra vultosa, mas por tudo justificável como investimento que faz chegar a 30 milhões de alunos de escolas públicas, de graça, 120 milhões de volumes.

O esforço republicano para disseminar conhecimento entre estudantes de todas as classes e regiões, exatamente por seu gigantismo, exige muito controle público para afastar o risco certo de falcatruas -materiais ou intelectuais. De quanto em quando, porém, o país se vê surpreendido com patranhas como a revelada por Ali Kamel, anteontem, no jornal "O Globo", acerca da obra "Nova História Crítica", para alunos da oitava série. Em lugar de ensinar história, o livro se consagra à canhestra tentativa de doutrinar crianças com uma enxurrada de marxismo vulgar.

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Tomatadas

O Blog do Diniz


De olho no livro didático

Blog do Prof. Orley


Não deixe que seu professor faça isso com você.


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Enfim, o tema musical da educação brasileira



Biblioteca Politicamente Incorreta

O-Guia-politicamente-incorreto-da-história-da-América-Latina


 

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