Mídia

Universidade oferece curso para difundir comunismo

Reportagem publicada na Folha de São Paulo, em 9 de julho de 2013.

PAULO PEIXOTO
ENVIADO ESPECIAL A MARIANA (MG)

Um plano para propagar o comunismo está em curso na região de Ouro Preto, berço da Inconfidência Mineira -- movimento que há 224 anos se rebelou contra a opressão de Portugal à colônia.

Ali a doutrina avança sem guerras nem luta de classes, mas por um programa de extensão da Universidade Federal de Ouro Preto, que propaga ideias comunistas a estudantes e moradores do interior mineiro desde 2012.

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Muita política e pouca gramática os males da escola são

Estudantes vão às ruas e mostram o que aprenderam com seus professores "despertadores de consciência crítica". O vexame é perfeitamente compatível com os resultados da pesquisa CNT/Sensus, segundo a qual para 78% dos professores a principal missão da escola é "formar cidadãos", e para apenas 8% é "ensinar as matérias".

Reportagem fotográfica publicada no UOL Educação, em 2 de julho de 2013.

Nas últimas semanas, manifestantes de todo o país saíram às ruas com cartazes e pedidos de mudança. Alguns pecaram no português (de propósito ou não): esqueceram crases, não conferiram a grafia correta de algumas palavras ou erraram a concordância. Os amigos se prepararam para a manifestação, mas esqueceram de consultar o dicionário antes de sair para a rua. Veja a seguir os erros (ou sátiras) e as suas devidas correções:

Nesta foto, o manifestante criticou a verba destinada aos estádios da Copa do Mundo, mas pecou na concordância verbal. O correto seria: "Não se fazem hospitais com Copa do Mundo". (...)

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O fim da doutrinação pode estar próximo

Basta que os alunos relatem nas redes sociais não só os problemas estruturais da escola, mas também o que escutam de seus professores militantes entre as quatro paredes das salas de aula. Abaixo, reportagem da Folha de São Paulo publicada em 07.10.2012.

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Alunos criam páginas na web para 'dedurar' escolas

'Diário de classe' vira febre entre estudantes do país ao denunciar problemas

Inspirados em garota catarinense, jovens conseguem obter melhorias; outros sofrem represálias

NATÁLIA CANCIAN
DE SÃO PAULO

Paredes sustentadas por escoras, janelas quebradas, fiação exposta e refeitório fechado na hora da merenda. Imagens de problemas como esses começam a se espalhar nas redes sociais.

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