Universidades

UnB - O pensamento profundo de um reitor perturbado

Por Reinaldo Azevedo

José Geraldo, este impressionante reitor da UnB, assina uma espécie de artigo no site da universidade, em que fala dos descalabros relatados por VEJA. Ele os nega, claro!, e falseia a verdade ao afirmar que não foi ouvido. Foi! E se limitou a dizer que tudo não passava da reclamação de professores contrariados…

No texto, ele se refere, por exemplo, à agressão de que foi vítima a procuradora de Justiça Roberta Kaufmann. Ela, que é contrária ao sistema, foi à universidade para debater cotas. Debate, vocês sabem, se faz entre pessoas que divergem. Não na UnB. Foi impedida de falar. Quem liderou a gritaria foram professores. Ficou sitiada no prédio durante um tempo. Seu carro foi pichado: “Loira filha da puta”. José Geraldo achou a coisa injusta? Assim ele se refere ao caso:

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UnB: quem é o Jdanov do Stálin da universidade. E a estatuinte que pretende matar a instituição

Por Reinaldo Azevedo

Se José Geraldo fosse o Stálin da UnB, seu Jdanov, o ministro da Cultura e uma espécie de guia ideológico, seria um professor chamado Alexandre Bernardino. Ele é uma espécie de mentor desse ambiente de intolerância disfarçado de radicalidade democrática. Bernardino é um dos expoentes do “Direito Achado na Rua”. Foi o professor que presidiu uma comissão de sindicância que acusou de racismo o excelente professor Paulo Kramer, numa ação que não deveria nada aos “Processos de Moscou”. Para tristeza dos nossos comunistas, não havia pelotão de fuzilamento no fim -  só o fuzilamento moral.

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Haddad é o responsável pelo desastre moral e intelectual na UnB: no dia posse, autoridade do MEC exalta o “Direito Achado na Rua”

Por Reinaldo Azevedo


Haddad assina posse de José Geraldo: a UnB entregue aos canibais da ideologia

 

O desastre moral e intelectual que se dá na UnB - onde, acreditem, há áreas dominadas pelo tráfico de drogas - se deu com a preciosa colaboração de Fernando Haddad, este ogro da educação brasileira disfarçado de esquerdista moderno - ainda que isso fosse possível, não seria ele. Com a queda do reitor Timothy Mulholland - esquerdista, sim, mas não o bastante para a delinqüência que tomou conta da universidade -, os militantes de extrema esquerda “ocuparam” a universidade e passaram a exigir eleições diretas e paritárias para reitor. O que significa eleição direta e paritária? Ora, todos votam, e estudantes, professores e funcionários têm o mesmo peso. Isso significa que um pós-doutor em física, química, biologia, matemática ou literatura vai interferir nos destinos da universidade tanto quanto a dona Maricota que serve o cafezinho ou um desses analfabetos xexelentos que vão à UnB fumar maconha. A universidade deixa de ser um centro de excelência intelectual e de pesquisa para atender a reivindicações de caráter sindical. NÃO HÁ UMA SÓ UNIVERSIDADE SÉRIA NO MUNDO QUE ESCOLHA O REITOR POR ESSE MÉTODO.

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