Vestibular

A contaminação político-ideológica também afeta os exames vestibulares, já que o professor militante também é, quando pode, examinador militante.

Nesta seção publicaremos questões e gabaritos que evidenciam a contaminação político-ideológica dos exames vestibulares, provas de concurso de ingresso no serviço público e outras avaliações.


A redação da Fuvest que trazia “mensagem subliminar” e o desastre da qualidade no ensino universitário

Por Reinaldo Azevedo

Como vocês já devem ter lido, a Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular), que realiza o vestibular da USP,  mantém em seu site aquelas que considera as melhores redações. Uma delas trazia uma mensagem nem tão subliminar assim, como se nota abaixo. O candidato ou candidata reforçou  letras de palavras que compunham dois acrósticos vagabundos: “Fora Rodas” e “Fora PM”. Por que vagabundos? Porque nem recorreu às primeiras letras de cada vocábulo. Essas são palavras de ordem que mobilizam a extrema esquerda uspiana e maconheiros militantes, que querem queimar mato dentro da universidade sem incômodos. São os filhos radicalizados da geração Toddynho com sucrilho, que não se sentem obrigados a seguir a termo as leis que valem para a pobrada brasileira…

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Universidade Federal de Uberlândia (junho 2012)

InícioIdeologia vagabunda no vestibular da UFU

Textos de Marilena Chaui e Gabriel Chalita, de Ari Oliveira Zenha e Eric Hobsbawn, trechos retirados da Carta Maior e da não menos revolucionária Folha de São Paulo. O vestibular da Universidade Federal de Uberlândia, aplicado nesse final de semana em seis cidades e com mais de 17 mil inscritos, deixou evidente o aluno que quer selecionar.

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Universidade de Brasília (junho 2011)

Por Reinaldo Azevedo

A Universidade de Brasília, como já escrevi aqui, é a morada do aiatolá Marcos Bagno, aquele professor que já fez fama — e, calculo aqui, fortuna razoável — com suas fabulações sobre o preconceito lingüístico. Trata-se de uma tese intelectualmente vigarista porque mistura dois domínios: os estudos de lingüística, que têm valor descritivo, não normativo, e os de gramática. Bagno inventou a existência de um preconceito para, então, combatê-lo, como se as nossas escolas fossem verdadeiros centros de tortura da linguagem popular. Não! O nosso problema é bem outro: falta de estrutura e de capacitação intelectual para ensinar a norma culta aos alunos, o que não implicaria desrespeitar, obviamente, as várias “falas” que há no país. A questão é falsa. Os exploradores da boa-fé e da miséria alheias, no entanto, são verdadeiros.

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Tomatadas

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Não deixe que seu professor faça isso com você.


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Enfim, o tema musical da educação brasileira



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