Vestibular

A contaminação político-ideológica também afeta os exames vestibulares, já que o professor militante também é, quando pode, examinador militante.

Nesta seção publicaremos questões e gabaritos que evidenciam a contaminação político-ideológica dos exames vestibulares, provas de concurso de ingresso no serviço público e outras avaliações.


Governo impõe ideologia abortista no ENADE (2008)

Todo ano o Ministério da Educação, por meio do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAE) propõe um exame (o ENADE) que avalia os estudantes de nossas universidades.

É assustador, mas é verdade. O ENADE (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes) de novembro de 2008 traz uma questão em que os estudantes são obrigados a concordar com a ideologia abortistas, sob pena de perder pontos. Trata-se da questão n. 4º da prova de História, que pode ser vista emhttp://www.inep.gov.br/download/Enade2008_RNP/HISTORIA.pdf

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Patrulha e mistificação no IPEA

Por Reinaldo Azevedo

Tenho criticado aqui a doutrinação esquerdopata nas escolas públicas e privadas, como sabem. Mais do que isso: seja no terreno da ideologia propriamente, seja no dos valores e costumes, tenho apontado o que classifico de "intolerância dos tolerantes" — vale dizer: um grupo se declara monopolista do bem e da diversidade e passa a policiar aqueles que discordam de suas análises, promovendo patrulha e perseguição política em nome do combate à... patrulha e à perseguição política!!! As coisas estão assumindo proporções alarmantes.

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Spinoza dança frevo ou toca viola caipira?

Por Reinaldo Azevedo

Vocês se lembram daquele meu post sobre uma prova aplicada na Universidade Federal de Pernambuco? Aquela, que, entre outras graças, atribuía Grande Sertão Veredas a Graciliano Ramos? Então. Um certo Inácio (quem?) Strieder, coordenador do curso de Filosofia da UFPE, resolveu me agredir num artigo publicado hoje no Jornal do Commércio, de Recife. Ao fim de tudo, republico meu comentário original para quem não acompanhou a polêmica.

Vejam só. Escrevi o texto no dia 21 de março. A prova houvera sido realizada, parece-me, no dia 12. O valentão teve de esperar até o dia 4 de abril para articular uma resposta, cuja indigência intelectual é compatível com a prova que ele aplica. É coordenador do curso? Suponho, então, que leu antes o exame — ou nem isso? Leu e achou que estava bom. Deveria pedir demissão. Em vez disso, defende o erro com aquela retórica típica do vitimismo triunfante. Abaixo, reproduzo em vermelho o texto do rapaz, entremeado de comentários meus, em azul. Inácio Strieder é doutor em Teologia pela Universidade de Münster, na Alemanha. Está provado que a língua não faz o monge. Para alguns, é impossível filosofar até em alemão. O texto dele se chama “Sobre pulgas e elefantes”.

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