Uma tragédia na UFF

EscolasemPartido.org selecionou algumas das mensagens mais “extrovertidas” e significativas, postadas no grupo de discussão do Centro Acadêmico do curso de História da UFF, por ocasião da denúncia feita pelo estudante Felipe Spaluto Paúl. Leia e veja como a atuação intimidatória de certos alunos contribui decisivamente para garantir o sucesso do empreendimento político-ideológico de seus mestres militantes. Observe, também, a defesa neurótica e melancólica que outros estudantes se vêem constrangidos a fazer do sistema que os aprisiona intelectualmente, para não ter de reconhecer em público que foram e continuam a ser manipulados e ludibriados por seus engajados professores.

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Universidade Sitiada

Episódio ocorrido na UERJ – Universidade do Estado do Rio de Janeiro, em 23 de junho de 2004, dá uma idéia do estrago que certos grupos vêm fazendo no ambiente acadêmico brasileiro.

A Universidade havia convidado dois parlamentares norte-americanos a fazer uma exposição e participar de um debate sobre o sistema eleitoral nos EUA. A certa altura do evento, um grupo de estudantes e servidores da Universidade irrompeu no auditório e passou a ameaçar e hostilizar os americanos.

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Caso Sigma

Por Miguel Nagib

Em setembro de 2003, decidi escrever ao professor de História de minha filha, que cursava a 8ª série, no Colégio Sigma, em Brasília, uma carta aberta, contestando a comparação que ele havia feito em sala entre o guerrilheiro comunista Ernesto “Che” Guevara e São Francisco de Assis, e aproveitando para denunciar o facciosismo político-ideológico de suas aulas.

Escrevi a carta e, depois de entregá-la ao professor, à orientação e à direção, distribuí uns trezentos exemplares a pais e mães de alunos na frente do colégio.

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Haddad é o responsável pelo desastre moral e intelectual na UnB: no dia posse, autoridade do MEC exalta o “Direito Achado na Rua”

Por Reinaldo Azevedo

Haddad assina posse de José Geraldo: a UnB entregue aos canibais da ideologia

 

O desastre moral e intelectual que se dá na UnB – onde, acreditem, há áreas dominadas pelo tráfico de drogas – se deu com a preciosa colaboração de Fernando Haddad, este ogro da educação brasileira disfarçado de esquerdista moderno – ainda que isso fosse possível, não seria ele. Com a queda do reitor Timothy Mulholland – esquerdista, sim, mas não o bastante para a delinqüência que tomou conta da universidade -, os militantes de extrema esquerda “ocuparam” a universidade e passaram a exigir eleições diretas e paritárias para reitor. O que significa eleição direta e paritária? Ora, todos votam, e estudantes, professores e funcionários têm o mesmo peso. Isso significa que um pós-doutor em física, química, biologia, matemática ou literatura vai interferir nos destinos da universidade tanto quanto a dona Maricota que serve o cafezinho ou um desses analfabetos xexelentos que vão à UnB fumar maconha. A universidade deixa de ser um centro de excelência intelectual e de pesquisa para atender a reivindicações de caráter sindical. NÃO HÁ UMA SÓ UNIVERSIDADE SÉRIA NO MUNDO QUE ESCOLHA O REITOR POR ESSE MÉTODO.

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Aos estudantes e professores livres da UnB

Por Reinaldo Azevedo

A Universidade de Brasília, a quase lendária UnB, que já chegou a figurar entre as mais importantes do país, está nas últimas. Trata-se de um verdadeiro monumento ao modo petista de fazer educação. Aos poucos, foi deixando de ser um centro de excelência para se transformar num emblema até folclórico da baixa qualidade do ensino, do atraso ideológico, da vigarice acadêmica, de tudo o que de pior pode produzir o esquerdismo mais rombudo, mais estúpido, mais atrasado. Se fumar maconha, por exemplo, fosse exercício de liberdade de expressão, a UnB já teria fundando o novo Iluminismo, com o Voltaire da bagana, o Diderot do baseado, o Rousseau da marijuana, o Montesquieu do beck. Antes de Celso de Mello tirar o Artigo 287 do Código Penal, alguns estudantes da UnB já tinham tirado a roupa porque é uma gente sem receio de recorrer a argumentos fortes, elaborados, frutos da mais severa disciplina. Mas tirar a roupa para calar a divergência – e é claro que estamos falando de uma MINORIA QUE FAZ A MAIORIA REFÉM – não é, evidentemente, o que os extremistas fazem de pior. Leiam o trecho que segue em azul. Volto depois.

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