Abaixo-assinado contra o molestamento ideológico no Colégio de São Bento

COLÉGIO DE SÃO BENTO DO RIO DE JANEIRO

Ao Magnífico Sr. Reitor,
Dom Tadeu de Albuquerque

“Pois esta é a lei das quedas do espírito: primeiro ele perde o bem que possui, mas ao menos se lembra de o ter perdido; depois, quando avança mais longe, acaba esquecendo o próprio bem que perdeu, e, finalmente, não vê mais, nem de memória, o que antes possuía por experiência”. São Gregório Magno

Caríssimo Dom Tadeu,

Os ex-alunos, amigos e admiradores do Colégio de São Bento abaixo-assinados, pressurosos e aflitos com a notícia de fato grave que indica perversão dos princípios que sempre nortearam o ensino nessa veneranda instituição, os quais têm constituído o fundamento da herança espiritual e educacional legada às gerações de filhos que nela estudaram e se formaram, vêm à vossa presença, muito respeitosamente, para relatar a sua tristeza e revolta com o acontecido e rogar sua especial atenção para a clara destruição que ele denuncia.

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História e histórias

Por Reinaldo Azevedo

Sobre o post abaixo:

No que concerne ao anticlericalismo, somos todos filhos da Revolução Francesa, mais particularmente do jacobinismo. Dica aos estudantes que quiserem comprar uma boa briga em sala de aula — tomando cuidado: petralha é rancoroso e pode usar a nota (a avaliação) como instrumento de punição e tortura psicológica. Sempre que o esquerdofrênico começar a babar seu ódio contra a Igreja Católica por causa das “torturas da Inquisição”, cabe ao bom estudante indagar:

– Professor(a), não havia tortura antes da Inquisição?

– Professor(a), governos laicos também torturavam?

– Professor(a), o mundo antes da Igreja Católica era melhor e mais justo?

– Professor(a), se o cristianismo era tão mau, por que começou como uma religião dos pobres e de resistência (se ele negar, você escreve pro Tio Rei, que vai socorrê-lo com bibliografia)?

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Civilização, barbárie e relativismo: conteste seu professor petralha!

Por Reinaldo Azevedo

Sempre que se apontam os crimes da esquerda, passados e presentes, lá vêm os neo-relativistas (que nada têm de “neo”, uma vez que defendem algo bem antigo) com a sua ladainha:

– “E o que dizer da história da Igreja Católica?

– “E o que dizer do capitalismo?

– “E o que dizer da colonização da América” (como sabem, um neo-relativista pensa que é índio)?

Nas universidades brasileiras, jovens são verdadeiramente molestados por esse tipo de abordagem de seus professores petralhas. Os estudantes pressentem que o vagabundo está disposto a justificar os crimes da esquerda, mas, muitas vezes, por falta de experiência política, falta-lhes uma boa resposta. Afinal, estão lidando com especialistas em farsa. Vamos enfrentá-los.

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As elites socialistas

Por Carlos Alberto Sardenberg

O jornalista Ali Kamel levantou nesta página, no último dia 17, o caso do livro didático “Nova História Crítica”, de viés marxista, que já foi recomendado e distribuído pelo MEC e continua sendo utilizado por escolas públicas e privadas. Não é um caso isolado. A literatura dominante nas escolas médias brasileiras, mesmo naquelas mais caras e mais de elite, é de tendência socialista e fortemente anti-capitalista. E isso é reflexo do mesmo pensamento que domina ainda hoje as elites brasileiras.

No último dia 10 de setembro, publiquei em O Estado de S.Paulo coluna tratando desse tema, mas tendo como referência um livro adotado amplamente em escolas privadas, e de elite, de S. Paulo, “A História da Riqueza do Homem”, de Leo Huberman.

O livro é antigo, de 1937, e fez muito sucesso entre universitários brasileiros nos anos 60. Primeiro, trata-se de uma aula de marxismo, na visão mais clássica da doutrina.

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