Socialismo cor de rosa no Colégio Militar do RJ
Notícia publicada no Radar on-line, de Lauro Jardim, em 29 de abril de 2014.
Uma professora de Geografia que lista vantagens do socialismo em relação ao capitalismo a alunos de 13 e 14 anos em um colégio militar. É difícil, mas acredite: tem acontecido no Colégio Militar do Rio de Janeiro e assustado pais de alunos.
O material distribuído contém, conforme explica o rodapé, “experiências dos países que aplicaram na prática o socialismo e o capitalismo”. Beleza. Mas o que se lê, contudo, não condiz com a História. Os tópicos mostram, sim, traços da teoria socialista, mas que ficaram no papel nos lugares em que ela foi posta em prática.


Deu no
O Plano Nacional de Educação (PNE) se transformou num monstrengo após passar por tantas modificações, especialmente na Câmara. O projeto inicial acabou totalmente alterado, dando ares mais autoritários, coletivistas e estatizantes, que colocam em xeque nossas liberdades e atacam o núcleo familiar, transferindo poder desmedido ao estado.
Durante uma audiência pública da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal, realizada em 22 de outubro do ano passado, o economista e professor Cláudio de Moura Castro, ao término de sua palestra, resolveu apresentar uma proposta ao Plano Nacional de Educação (PNE 2011-2020). Professor visitante de renomadas universidades estrangeiras, Ph.D. em Economia pela Vanderbilt University, nos Estados Unidos, e conceituado pesquisador da educação, com vários livros publicados, Moura Castro, com um ligeiro sorriso no rosto, anunciou: “Já que todo mundo botou um negócio no plano, um artiguinho, eu também quero propor um artiguinho no plano: um bônus para as caboclinhas de Pernambuco e do Ceará conseguirem se casar com os engenheiros estrangeiros, porque aí eles ficam [no País], e aumenta o capital humano no Brasil, aumenta a nossa oferta de engenheiros”.