Os alunos do Carlão

Por Reinaldo Azevedo

Aulas como as de Carlão são irrelevantes? Ah, não são, não. Abaixo, trechos de comentários que chegaram. Divirtam-se e espantem-se. De vez em quando, intervenho em azul. Nota: estão com a gramática original. É um assombro. Ah, sim. Parece que há também um recurso bastante usado no Zorra Total: o bordão! No caso, é “Satisfação, Carlão”.

Acima, ou aqui, o vídeo em que o professor, fantasiado de terrorista árabe, brinca com um aviãozinho ao som de Ivete Sangalo. Pretexto para a performance? O aniversário dos atos terroristas do 11 de Setembro de 2001.

Esse vídeo foi postado no Youtube no ano passado, retirado e posto de novo no último dia 20. Mas vamos a trechos de alguns comentários.

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Mensagem enviada por aluna da UFF, em 19.05.2006

Meu nome é Mariana Esteves Statzner, sou aluna do curso de Pedagogia da Universidade Federal Fluminense (UFF), e gostaria de denunciar o abuso de poder cometido pela professora Yolanda de Oliveira, que leciona a matéria de Didática na instituição citada.

O incidente ocorreu na aula do dia 15/05/2006, quando ela pediu que fizéssemos uma redação abordando duas questões. Na primeira, teríamos que relatar a globalização que temos (ou seja, o sistema político atual – o capitalismo). Num segundo momento, abordaríamos a globalização que queremos. Então, perguntei a ela se alguém estivesse satisfeito com o sistema atual teria que abordar a segunda questão também.

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Em reportagem, militante do PSTU é chamado apenas de “professor da USP” ao defender palavra de ordem do partido. Ou: Crime contra a inteligência

Por Reinaldo Azevedo

Eu faço um convite aos leitores! Ou melhor: eu lhes dou uma dica. Sempre que aparecer algum “professor universitário” opinando em favor de alguma tese, especialmente se for de esquerda, recorra ao Google para saber se ele não é um militante partidário. O caso de que vou tratar aqui é até besta e se refere a uma quase-bobagem, mas ilustra um método.

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A redação da Fuvest que trazia “mensagem subliminar” e o desastre da qualidade no ensino universitário

Por Reinaldo Azevedo

Como vocês já devem ter lido, a Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular), que realiza o vestibular da USP,  mantém em seu site aquelas que considera as melhores redações. Uma delas trazia uma mensagem nem tão subliminar assim, como se nota abaixo. O candidato ou candidata reforçou  letras de palavras que compunham dois acrósticos vagabundos: “Fora Rodas” e “Fora PM”. Por que vagabundos? Porque nem recorreu às primeiras letras de cada vocábulo. Essas são palavras de ordem que mobilizam a extrema esquerda uspiana e maconheiros militantes, que querem queimar mato dentro da universidade sem incômodos. São os filhos radicalizados da geração Toddynho com sucrilho, que não se sentem obrigados a seguir a termo as leis que valem para a pobrada brasileira…

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