A objetividade científica como compromisso indeclinável do educador
Por Luís Lopes Diniz Filho*
Há muitas coisas que podem ser comentadas no texto Por que apoio o MST, mas, para evitar a dispersão, vou me ater apenas ao elemento que me parece mais importante em relação ao tema da doutrinação no ensino, que é a questão da neutralidade e da objetividade. O professor doutrinador diz o seguinte “Nos primeiros quatro anos que convivemos com os alunos do MST, nós do mundo acadêmico tivemos a oportunidade de apreender (sic) com os (as) militantes do Movimento valores olvidados em nosso dia a dia de atividades de pesquisas e de ensino, numa universidade que parece fria diante do mundo ao redor“.

QUEM É a favor do ensino religioso? Mesmo quem concorda com o ensino religioso discorda do conteúdo: ensinar o quê? Deus, orixás, gnomos, homens-bomba? Outros são contra: religião não é assunto do Estado e da escola, é assunto da vida privada e familiar -guardem esse argumento na memória porque voltarei a ele.