Ministério da Educação vai distribuir livro sobre diversidade sexual em escolas

Por Julio Severo*

O Ministério da Educação, que está envolvido no programa federal Brasil Sem Homofobia, distribuirá livro que apresenta o homossexualismo como mais uma alternativa de vida. A iniciativa começará pelo Estado do Rio de Janeiro, onde cerca de 1.600 escolas estaduais receberão um material “educativo” sobre como valorizar a diversidade sexual dentro do ambiente escolar.

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Dona Laila

Por Reinaldo Azevedo

O País dos Petralhas, o livro, tem me dado algumas alegrias. A maior delas, sem dúvida, será o reencontro, marcado para o próximo dia 7, com Laila Nicolau. Quem é ela? A minha professora de língua portuguesa da 5ª série, o então “1º ginasial”. Ela procurou Alfred Bilyk, da editora Barracuda, que publicou meu primeiro livro, Contra O Consenso. Deixou e-mail e telefone. Muito comovido, falei com ela nesta quarta-feira.

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Pedagogia da USP: a epifania do crime

Por José Maria e Silva

Que a escola pública nada ensina, todo mundo sabe. O que os pais ainda não perceberam é que a escola, além de não melhorar o intelecto de seus filhos, pode deformar-lhes o caráter. Matricular uma criança em escola pública é quase o mesmo que entregá-la para o crime organizado. As escolas são um celeiro de marginais. Eles espancam colegas, colam professores nas carteiras e até matam, quando contrariados. E não ficam apenas impunes — tornam-se verdadeiros heróis das faculdades de pedagogia do país. Praticamente todas as dissertações de mestrado e teses de doutorado produzidas sobre violência nas escolas tomam o partido do marginal, tratado como uma espécie de revolucionário, que subverte as normas estabelecidas. Sei muito bem disso porque defendi dissertação de mestrado sobre o tema (leia trecho aqui) e tive de suportar as teses mais absurdas e abjetas sobre violência e indisciplina nas escolas produzidas por nossos doutores e mestres, a maioria deles, mocinhos e mocinhas bem nascidos que nunca tiveram que tomar ônibus à noite para sobreviver dando aula para gangues juvenis de periferia.

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Uma nova velha batalha – final

Por Augusto Araujo

Quais as implicações dessa formação de opinião de caráter socialista e anticapitalista?

Há quem possa dizer que tal visão não conduz a prejuízos ou atraso em si. A própria realidade do mundo se encarregaria de colocar as coisas em ordem. Mais cedo ou mais tarde nossos revolucionários românticos têm que se prover e entrar no mercado de trabalho de uma forma ou de outra. O mundo da exploração da mais-valia de Marx, rapidamente se transforma no mundo das trocas voluntárias de Adam Smith.

Também a doutrinacão ideológica em sala de aula tem seu alcance limitado. Alguns só se lembram do be-a-bá anticapitalista até a prova final, depois tudo se torna chato e aborrecido. A maioria dos alunos só considera os professores de discurso marxista uns comunistas chatos, mas alguns levam a sério suas palavras, esses vão demorar até mudar de pensamento.

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Uma nova velha batalha – 2ª parte

Por Augusto Araujo

No primeiro texto listei algumas causas da existência de um pensamento anacrônico na Academia brasileira. Cada comentário abaixo pode render mais páginas de texto, mas penso que estas informações expostas já podem servir como uma introdução ao assunto ou, pelo menos, como um resumo.

1ºA desigualdade social no país.

Uns com muito, outros com nada. Esta observação é a que leva muitas pessoas a questionarem o sistema em que vivemos. Num primeiro momento inclina-se a culpar os que estão, teoricamente, no topo da pirâmide. Há bastante o que se escrever sobre o tema. Para resumir penso que o problema não é a desigualdade em si, afinal de contas não somos clones, somos desiguais em altura, peso, costumes, crenças, etc. Há desigualdade financeira até entre os milionários e multimilionários.

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