Muita política e pouca gramática os males da escola são

Estudantes vão às ruas e mostram o que aprenderam com seus professores “despertadores de consciência crítica”. O vexame é perfeitamente compatível com os resultados da pesquisa CNT/Sensus, segundo a qual para 78% dos professores a principal missão da escola é “formar cidadãos”, e para apenas 8% é “ensinar as matérias”.

Reportagem fotográfica publicada no UOL Educação, em 2 de julho de 2013.

Nas últimas semanas, manifestantes de todo o país saíram às ruas com cartazes e pedidos de mudança. Alguns pecaram no português (de propósito ou não): esqueceram crases, não conferiram a grafia correta de algumas palavras ou erraram a concordância. Os amigos se prepararam para a manifestação, mas esqueceram de consultar o dicionário antes de sair para a rua. Veja a seguir os erros (ou sátiras) e as suas devidas correções:

Nesta foto, o manifestante criticou a verba destinada aos estádios da Copa do Mundo, mas pecou na concordância verbal. O correto seria: “Não se fazem hospitais com Copa do Mundo”. (…)

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Um espanto e um absurdo: há um Centro de Difusão do Comunismo em uma importante Universidade federal — pago com nosso dinheiro. O currículo inclui até “militância anticapitalista”

Por Ricardo Setti

Publicado originalmente a 4 de junho de 2013, às 16h57

O comunismo como projeto de uma “nova sociedade” foi, provavelmente, o maior fracasso da história da Humanidade.

Durante décadas, oprimiu dezenas de países e centenas de milhões de pessoas, suprimiu-lhes a liberdade, condenou-as ao atraso e à carência.

Provocou milhões de mortes, prisões iníquas, violações sem conta dos direitos humanos.

Desabou a partir da queda do Muro de Berlim, em 1989, e morreu de vez, como projeto global em 1991, com o fim inglório da União Soviética, que já vinha caindo aos pedaços há vários anos.

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Engenharia comportamental nas escolas de Santa Catarina

Em Santa Catarina, 1.200 alunos, de 33 escolas públicas, foram levados a participar de um concurso de cartazes contra a homofobia, a lesbofobia, a transfobia e o heterossexismo (para ver os cartazes, clique aqui). Trata-se, a toda evidência, de uma operação de engenharia comportamental, destinada a fazer a cabeça dos estudantes para que eles repitam, sem questionar, as palavras de ordem do sindicalismo gay e o credo da ideologia de gênero. Isso não é educação; é lavagem cerebral. Essa covardia intelectual está sendo promovida por professores e alunos da Universidade Federal de Santa Catarina e por professores daquelas escolas. Obviamente, a iniciativa não tem o objetivo de mostrar aos alunos todos os lados dessa complexa questão, que envolve, entre outros aspectos, as liberdades de consciência, de crença e de expressão. Por outro lado, é evidente que o direito dos pais — assegurado pela Convenção Americana de Direitos Humanos — a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções está sendo desrespeitado. Abaixo, a informação extraída do site da UFSC.

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Sai o tiozinho da UNE, chega a tiazinha da UNE. Ou: O PCdoB reúne os cartolas do movimento estudantil

Por Reinaldo Azevedo

Sai o tiozinho a UNE, o militante do PCdoB Daniel Iliescu, e chega a tiazinha da UNE Virgínia Barros, também militante do PCdoB. Ele deixa a presidência da entidade beirando os 29 anos (em setembro). Já há gente fazendo doutorado com essa idade. Daniel logo começa a contar os primeiros cabelos brancos, mas não terminou nem a graduação em Ciências Sociais na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Pra quê? Ele já é muito sabido. Virgínia, aos 27, é estudante de Letras da USP, também da graduação. Não terá como concluir o curso em seu mandato de dois anos. Pra quê? Sua função é ser militante do PCdoB na USP, na UNE, na rua, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapé.. Se bem que, ultimamente, os comunistas do PCdoB gostam mesmo é de verba pública; quem gosta da pobreza (sempre a dos outros), como disse aquele, é intelectual, é Marilena Chaui (a que odeia a classe média!) — desde que o MEC continue a adotar seus livros de filosofia.

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“Estão detonando as nossas crianças”

No vídeo abaixo, a pastora, advogada e assessora parlamentar Damares Alves trata de diversos assuntos importantíssimos para as famílias brasileiras, com destaque para o que vem sendo ensinado nas escolas em matéria de educação sexual e ideologia de gênero (o tema é tratado, especificamente, a partir dos 9min e 30 seg). Vale a pena assistir e divulgar entre seus familiares e amigos.

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