Muita política e pouca gramática os males da escola são
Estudantes vão às ruas e mostram o que aprenderam com seus professores “despertadores de consciência crítica”. O vexame é perfeitamente compatível com os resultados da pesquisa CNT/Sensus, segundo a qual para 78% dos professores a principal missão da escola é “formar cidadãos”, e para apenas 8% é “ensinar as matérias”.
Reportagem fotográfica publicada no UOL Educação, em 2 de julho de 2013.
Nas últimas semanas, manifestantes de todo o país saíram às ruas com cartazes e pedidos de mudança. Alguns pecaram no português (de propósito ou não): esqueceram crases, não conferiram a grafia correta de algumas palavras ou erraram a concordância. Os amigos se prepararam para a manifestação, mas esqueceram de consultar o dicionário antes de sair para a rua. Veja a seguir os erros (ou sátiras) e as suas devidas correções:

Nesta foto, o manifestante criticou a verba destinada aos estádios da Copa do Mundo, mas pecou na concordância verbal. O correto seria: “Não se fazem hospitais com Copa do Mundo”. (…)

Publicado originalmente a 4 de junho de 2013, às 16h57