Engenharia comportamental nas escolas de Santa Catarina

Em Santa Catarina, 1.200 alunos, de 33 escolas públicas, foram levados a participar de um concurso de cartazes contra a homofobia, a lesbofobia, a transfobia e o heterossexismo (para ver os cartazes, clique aqui). Trata-se, a toda evidência, de uma operação de engenharia comportamental, destinada a fazer a cabeça dos estudantes para que eles repitam, sem questionar, as palavras de ordem do sindicalismo gay e o credo da ideologia de gênero. Isso não é educação; é lavagem cerebral. Essa covardia intelectual está sendo promovida por professores e alunos da Universidade Federal de Santa Catarina e por professores daquelas escolas. Obviamente, a iniciativa não tem o objetivo de mostrar aos alunos todos os lados dessa complexa questão, que envolve, entre outros aspectos, as liberdades de consciência, de crença e de expressão. Por outro lado, é evidente que o direito dos pais — assegurado pela Convenção Americana de Direitos Humanos — a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções está sendo desrespeitado. Abaixo, a informação extraída do site da UFSC.

Escolas públicas da Grande Florianópolis participam de concurso contra a homofobia
UFSC realiza a quinta edição do Concurso de Cartazes sobre Lesbofobia, Transfobia, Homofobia e Heterossexismo nas Escolas

Mais de mil estudantes da rede pública da Grande Florianópolis e região estão engajados na quinta edição do Concurso de Cartazes sobre Lesbofobia, Transfobia, Homofobia e Heterossexismo nas Escolas, realizado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) por meio do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) em parceria com o Instituto de Estudos de Gênero (IEG).

O projeto, que este ano conta com a adesão de 33 escolas e 46 professores de diferentes disciplinas, tem por objetivo trazer para a sala de aula o debate sobre homofobia e violência, promovendo a conscientização de alunos de diferentes idades sobre a importância de respeitar as diferenças. O resultado das aulas é a produção de cartazes artísticos contra a agressão e a discriminação de homossexuais, transexuais e travestis. [Como se vê, o resultado do “debate” já está determinado de antemão.]

A partir de segunda-feira (24), os 326 trabalhos produzidos pelos estudantes estarão expostos no hall do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da UFSC e no hall da Reitoria na universidade, onde podem ser apreciados pelo público para votação. Os melhores cartazes serão avaliados nas categorias Prêmio Popular, com voto aberto à comunidade, Prêmio Científico, por uma comissão de especialistas no tema, e Prêmio NIGS/IEG, por escolha de um júri formado por organizadores do concurso.

A votação popular será realizada online, no endereço http://goo.gl/akLy4, até o dia 26 de junho, às 19h. Os cartazes serão premiados na próxima sexta-feira (28), Dia Mundial do Orgulho LGBT. A cerimônia será realizada no Auditório da Reitoria da UFSC, às 14h. Os vencedores na categoria Prêmio Científico receberão um conjunto de livros sobre gênero e sexualidade para a biblioteca da escola e cada membro do grupo do cartaz escolhido receberá um prêmio individual. Os vencedores nas categorias Prêmio Popular e Prêmio NIGS-IEG receberão um único prêmio a ser compartilhado entre os membros da equipe.

Fonte: http://concursonigs.paginas.ufsc.br/

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