EUA – Uma conversa sobre racismo
Parece que não, mas esse documentário tem tudo a ver com doutrinação ideológica nas escolas. Assista até o final, e você vai ver.
O flagelo da doutrinação política e ideológica em salas de aula pode ser encontrado em todo o mundo. Reunimos, aqui, informações sobre a situação do problema em outros países.
Parece que não, mas esse documentário tem tudo a ver com doutrinação ideológica nas escolas. Assista até o final, e você vai ver.
Notícia publicada no Estadão, em 4 de maio de 2014.
Pais, estudantes e professores se unem para tentar impedir a interferência direta do Ministério da Educação no programa escolar e nas decisões tomadas em cada centro de ensino para ‘promover a democracia participativa’ e ‘aprofundar o socialismo’ no país
Juan Nagel – Foreign Policy/O Estado de S.Paulo
CARACAS – “Em um restaurante socialista de arepa (comida tradicional venezuelana à base de farinha de milho), uma arepa e um suco custam 12 bolívares. Se três famílias de cinco pessoas comerem fora e consumirem 21 arepas e 21 sucos, quanto elas gastaram?” Este problema simples de matemática faz parte de um novo livro didático da quarta série que está sendo distribuído gratuitamente em escolas da Venezuela.
A praga marxista se espalha pelo mundo. É verdade que encontra terreno mais fértil abaixo da linha do Equador. Mas, ainda assim, tem crentes pelos quatro cantos do globo. É o caso de Lisboa.
Um leitor que faz mestrado por lá, e que nos brinda com ótimos artigos de vez em quando para o Instituto Liberal, mandou-me a seguinte mensagem:
Comentário de João Pereira Coutinho sobre o fim do dever de casa, decretado pelo governo socialista de François Hollande (publicado na Folha de São Paulo, edição de 6 de novembro de 2012):
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2. E por falar em Europa: leio no “Times Literary Supplement” uma passagem notável das memórias de Madame de Staël.
Conto rápido: já depois da Revolução de 1789, o ministro de guerra Louis de Narbonne-Lara discursava na Assembleia Legislativa.
Sem igualdade de propósitos e ações não há igualdade de resultados. E não há canetaço estatal que possa mudar isso.
O atual presidente da França, sr. François Hollande segue a escola do ressentimento marxista e, percebendo que suas teorias não se aplicam à prática, em vez de rever a teoria, procura reformar a realidade e dar sua contribuição para a construção de uma sociedade de molengas amparados pelo Estado – conforme mostra artigo do The Wall Street Journal de 15 de outubro de 2012.