Comentários ao artigo “Revolução silenciosa”, de Diego Casagrande

03.08.2006
por Ary Filgueiras, jornalista
Porto Alegre
 
Oi Diego. Recebi seu texto “A Revolução Silenciosa” através de um cliente. Quero parabenizá-lo pela coragem e por dar nome aos bois. Concordo com todos os seus apontamentos e queria acrescentar que ainda pior são as nossas elites que se demonstraram incompetentes, deixando aqueles tomarem conta. As elites que se afastaram das crianças e do povo por achar que fazendo isto seriam populistas, mas na verdade não cumpriram o dever de liderar este povo para o caminho de uma nação e da cidadania. O caráter social de um jornalista é este que você prega – motivar a população para o Estado de direito e com isso ter a liberdade. Isto sim é o social. 
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28.07.2006
por Maria Aparecida Campos Rosa
Sorocaba
 
Olá Diego, Boa tarde. Li o seu artigo “A revolução Silenciosa” e tomei a liberdade de enviar-lhe este e-mail sobre o assunto. Sou professora, conheço o livro da rede Salesiana e achei que você foi duro demais em seus comentários. Há uma proposta interdisciplinar nesta coleção que você poderia conhecer melhor para julgar do jeito que julgou. A Rede Salesiana está com um material didático muito bom com bons autores e tem como proposta fazer com que o aluno conheça e compreenda as diferenças e as semelhanças contidas no espaço geográfico, reconhecendo que a construção deste espaço é resultante das variadas culturas do nosso povo. 
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24.07.2006
por Luiz César Figueiredo
Belo Horizonte
 
Caro Diego, parabéns pelo ponto-de-vista em sua abordagem no artigo “A Revolução Silenciosa”, de 12.07. Faço apenas uma observação: essa ” Involução “, tema-central de sua coluna, extrapola os limites territoriais do Brasil. Com exceção de um ou dois países da América Latina, estamos vendo escrachadas as teorias comunistas sustentadas pelo Chávez, Morales, Lula… Querem transformar esse bloco num grande bloco comunista, ou seja, uma grande Cuba, berço dessa gente. Não se pode enxergar até onde vão os tentáculos dessa gente, guerrilheiros, gente-baixa e capaz de qualquer coisa; inclusive, como disse o Serra, articulando com o PCC. Eles vão tentar de qualquer forma e a qualquer preço manterem a fonte de recursos conquistada, a fim de financiar essa ” Involução Silenciosa”. Abraços.
 
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24.07.2006
por Marcia C. Ferro
São Paulo

Numa boa, que asneira o teu artigo sobre “A revolução silenciosa”. Deixa os educadores levarem consciência crítica. Deixa os professores fazerem os jovens pensar. Deixa o gado deixar de ser quadrúpede e virar bípede. Educação existe sim para levar ideologia aos alunos. Esse também é o papel da educação pública de qualidade. Quem sabe assim teremos um país melhor longe das suas asneiras.
 
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24.07.2006
por Milton Munaro
São Leopoldo
 
Até que enfim alguém escreve com clarividência sobre os interesses maldosos e latentes dos que se aproveitam dos incautos. Refiro-me à “Revolução Silenciosa”, verdadeira obra-prima de quem conhece a história, o ciclo da história. Os que aceitam a mentira como forma de governo, i.e., de dominar a massa ignorante, deveriam explicar Stalin, Hitler, Mussolini… dentre outros mentirosos que estão surgindo por aí, arrogantes, assassinos dos próprios companheiros, falaciosos (iguais aos supra citados). Continuam querendo expropriar o proletariado pela fome, desesperança… o resto já é bem conhecido. A quem interessa que o crime prospere, mesmo estando recluso? Aos honestos? Ora, incautos.
 
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21.07.2006
por Horácio Gomes
Rio Grande
 
Diego: Sou o jornalista Horácio Gomes, Assessor de Imprensa da Câmara Municipal do Rio Grande, o Parlamento mais antigo do RS. Quero informar que o teu Artigo “A Revolução Silenciosa”, foi lido na Tribuna pelo presidente da Câmara Municipal, vereador Cláudio Diaz (PSDB), que é médico veterinário e produtor rural. A leitura, feita durante a Sessão Ordinária, foi transmitida pela TV Câmara Municipal, através dos canais 8 da Viacabto TV e 13 da NET.
 
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21.07.2006
por Marta Samantha Rabeilo Ribeiro
Brasília
 
Em referência ao seu artigo “A REVOLUÇÃO SILENCIOSA”, achei-o brilhante, e fiquei realmente gratificada de encontrar em suas palavras a minha visão em relacão aos desserviço que a Educação, nas últimas 3 décadas, tem prestado aos brasileiros. Lamentável a militância formando educadores e cidadãos a partir da visão política-ideológica-partidário da vestuta esquerda comunista. Que Frustação! Reproduzindo seu artigo, deixei noutro site, esta meu pesar: Assunto: PICARETAGEM INICIA PELA ESCOLA… “Realmente, muitos se prestaram ao ‘serviço sujo’ nas salas de aulas por onde passaram várias e várias gerações que embarcaram na mentira lulista. Desde as direções das Instituições de ensino médio e universitário aos porteiros das Faculdades, os ouvimos dizer ser Lula o “máximo” da integridade moral, irretocável caráter e, apesar de todas as provas, defender os imorais! O resultado esta ai: elegemos um desqualificado e despreparado Presidente para arriscar toda a estabilidade do país, saquear o tesouro, SACANEAR com o povo entre outras safadezas, das mais cínicas. Compra aqueles muitos corruptos (que tanto denunciava enquanto chefe sindical) e deles a consciência, o voto, o apoio para o manter no Governo desde que lhes encha a “burra de dinheiro” público, principalmente, ou de cargos. Pra não ficarmos só na frustação, é bom saber que aqueles que se venderam em aliança e adesão ‘a permanência da indecência petista no poder, logo logo serão descartados. Aviso aos 300 picaretas: O Brasil verá uma vez mais vocês serem descartados, caso se dê a reeleição. A Lula interessa somente, e aos seus, manter-se no poder e muita farra com o dinheiro da União, com a propriedade alheia. É nisto que se resume a “revolução”… trocou-se apenas os ladrões e isto as escolas deixaram acontecer…. Que frustação!
 
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21.07.2006
por Marcelo de Souza Silva
Uberaba
 
Olá, Sou historiador, doutorando pela UFRJ. Veja bem, respeito muito sua opinião. Mas acho, sinceramente, que houve certo exagero no seu artigo “A revolução silenciosa”. Acredito que você pintou a situação de forma um tanto fantasiosa, pois não consigo entender como, baseado em um livro de geografia, você pode chegar a conclusões tão abrangentes. Penso exatamente o contrário do que você escreveu, o povo brasileiro é extremamente conservador e não deve mudar por conta dessas obras didáticas (as quais, aliás, concordo que não devem trazer visões ideológicas dessa forma). Sua visão sobre o ensino de sociologia e filosofia também não são, ao meu ver, em nada corretas. Sou professor, acredito em muitas coisas que você, aparentemente, é contrário, mas não vejo como um avanço desta monta, com o ensino de matérias que podem levar os alunos a crescerem enquanto pessoas, ou seja, a refletirem sobre suas vidas e se tornarem cidadãos melhores, pode causar tantos danos, ou mesmo ser prejudicial. Claro, pode ser que alguns professores ensinem conteúdos que você não concorda, mas, os bons, farão os alunos refletirem sobre várias formas de ver o mundo, criando, de preferência, a deles próprios. Você falou muito do comportamento totalitário dos homens de esquerda, mas, veja bem, você demonstrou considerar tudo aquilo que é diferente do sua opinião como lixo. Você acha que é melhor que estes homens que criticou agindo assim? Você é certamente um jornalista muito inteligente também muito bem informado, mas cuidado, por favor, não nos ofenda com este tipo de análise rasteira, diria até infantil, da realidade brasileira. Você misturou tantos assuntos, confundiu tantas coisas sem conexão e, mais grave ao meu ver, demonstrou um ressentimento muito grande. Isso parece prejudicar seu discernimento do tema sobre o qual escreveu. Peço, por fim, que não faça tábula rasa de nossa sociedade, da nossa história, nem de nossa dura realidade. Obrigado pela atenção.Diego Casagrande comenta: “É seu direito pensar o que quiser e, essencialmente, divergir. Você falou que minha análise foi rasteira, infantil, sem discernimento, ressentida. Discordo, mas vou defender até a morte seu direito de achar isso, o que aliás, me deixa confortável. Se você acha que um livro de 5ª série que desmerece as médias e grandes propriedades rurais, exalta os assentamentos improdutivos do MST e divulga o texto de um bandido como João Pedro Stédile, não é lixo, então fico feliz que estejamos em campos opostos”
 
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19.07.2006
por Marco
Campinas
 
Acho que na coluna referente à “Revolução Silenciosa” há muitas imprecisões e absurdos interpretativos. Você parece não conhecer a realidade de uma sala de aula. Você pode ser um dos que acha que o ensino de conceitos de sociologia e filosofia vai produzir “marginais”, “criminosos” e, talvez, revolucionários. Enfim, você tem o objetivo de distorcer o trabalho sério de muitas pessoas.
 
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19.07.2006
por Irineu Paes Barreto
Campo Grande
 
Prezado Diego: Sensacional teu artigo “A revolução silenciosa”… Concordo 200% contigo…e o pior, é que parece que todo o mundo está paralisado, anestesiado, bloqueado, amorfo…ninguém reage pô..!!!….Onde estão os defensores da moralidade, da ética, dos bons costumes, da honestidade…será que os antônimos do que falei agora vão vencer…?…vai ficar por isso mesmo…?… ninguém vai pagar, devolver, indenizar a nossa sociedade pelo mal moral, psicológico, e financeiro que esse governo fez até agora…?……O que eu prevejo são as FARC brasileiras (MST..MLST…) se adonando do nosso querido país, sob o comando desse crápula Stédile, o indivíduo mais anti-Brasil que já vi…..votando um referendo sobre a necessidade ou não das Forças Armadas… Baita abraço, Irineu Paes Barreto – militar

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18.07.2006
por Marcelo dos Santos
São Paulo
 
Sobre o artigo “A revolução silenciosa”, parece-me que a sua preocupação com a inclusão das disciplinas de sociologia e filosofia, decorre da observação do de seu possível (e inevitável,segundo você) mau uso. Porém, a verdade, é que se alguém quiser distorcer de maneira ideológica um currículo escolar, pode fazê-lo até com o programa de matemática. Um caminho inicial, para prevenir problemas no ensino, seria o fortalecimento das Associações de Pais e Mestres (APM). Mas, é necessário lembrar de que não é porque um livro didático cita Marx, que ele pretende formar socialistas. É claro que entendi que o exemplo citado do livro de geografia parece realmente doutrinador, mas mesmo assim, é somente um. Seria muito mais interessante se os seus leitores realmente colocassem a boca no trombone, remetendo textos de outros livros didáticos para se avaliar se realmente temos uma revolução silenciosa ou um estalinho no pátio escolar. E também essa história de pensar mais nos direitos do que nos deveres, não pode ser creditada somente ao atual partido ocupante do poder e nem à esquerda, infelizmente é uma doença generalizada. Além disso, concordo com a leitora D.T.M. em um ponto importante: aluno de ensino médio não é imbecil. Por último, lembre-se: nada é óbvio.______________________________________________
 

18/07/2006
por Claudia Pereira Antunes
Porto Alegre
 
Sr. Diego Casagrande, na qualidade de Licenciada em Ciências Sociais, venho manifestar minha discordância com o conteúdo de seu artigo intitulado “A Revolução Silenciosa”, publicado em seu site no dia 12 deste mês. Conforme o seu texto, as escolas de ensino médio brasileiras farão uso político e ideológico das disciplinas de Filosofia e Sociologia e, se eu entendi bem, o farão a partir de uma doutrina socialista ou comunista. Pois bem, este tipo de discurso equivocado constitui uma das razões pelas quais eu, na qualidade de futura professora, defendo a implantação obrigatória dessas disciplinas no ensino médio. Penso que se o senhor tivesse tido a oportunidade de estudar com um bom professor de Sociologia, teria hoje condições de compreender que tanto a Filosofia quanto a Sociologia não são sinônimos de teoria socialista, que são áreas do saber que envolvem rigor teórico e metodológico na produção de seus conhecimentos. A finalidade de sua implantação nas escolas não é inculcar valores ou promover o ataque à propriedade privada, mas sim instrumentalizar os alunos deste nível de ensino em relação aos conhecimentos de tais áreas no sentido daquilo que a Lei de Diretrizes e Bases objetiva em sua formação: “aprimoramento como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico” (inciso II do art. 35 da LDB). Quanto ao “uso” que será feito dessas disciplinas nas escolas, considero extremamente irresponsáveis e ofensivas suas afirmações. O parecer CNE/CEB Nº 38/2006 (que pode ser consultado no site do MEC) estabelece que essas disciplinas deverão ser ministradas por profissionais habilitados nas respectivas áreas. Isto implica que esses profissionais estarão atuando junto às escolas na construção dos planos de estudos dessas disciplinas e, como sinalizei anteriormente, o farão a partir dos preceitos éticos, teóricos e metodológicos que envolvem tais áreas de conhecimento. Infelizmente, como em todas as profissões, há aqueles que desenvolvem trabalhos desqualificados, mas isso não constitui motivo para que se desqualifique a partir desse fato os demais profissionais e as próprias áreas de conhecimento. Ademais, professores de Sociologia e Filosofia não são soldados de partidos socialistas, comunistas, conservadores ou do que quer que seja; assim como o mesmo, creio eu, seja válido para os jornalistas. Além do exposto, quero lembrar-lhe que há mais de dez anos a Federação Nacional de Sociólogos do Brasil (FNSB) juntamente com sindicatos vinculados e estudantes da área tem buscado a aprovação do retorno dessas disciplinas ao Ensino Médio. Por essa e outras razões, é necessário esclarecer que a implantação dessas disciplinas não é uma deliberação voluntária do governo federal, muita pressão houve por parte dos movimentos já citados e diversos setores da sociedade civil para que houvesse tal aprovação. Por fim, quero convidar-lhe a somar-se aos diversos fóruns que têm se aberto para a discussão da implementação dessas disciplinas no Ensino Médio, pois creio que o senhor tem uma preocupação muito grande com a formação dos estudantes brasileiros e poderá conhecer um pouco mais desse projeto assim como encaminhar suas contribuições. Na semana passada participei de um curso de extensão na UFRGS voltado para a discussão do ensino em Sociologia na sala de aula. Penso que se o senhor estivesse presente ia ver que nós professores não mordemos e nem estamos interessados em degradar o pensamento das pessoas, antes, reconhecemos nos estudantes brasileiros cidadãos que devem ter respeitados os seus diversos direitos, inclusive o de ter acesso ao conhecimento produzido em áreas como a Sociologia e a Filosofia que tanto têm a ver com o exercício da sua cidadania. ________________________________________________
 
16.07.2006
por Thiago Ingrassia Pereira

Porto Alegre
 
Com muita preocupação e com absoluto respeito interpretei o artigo sobre a “Revolução Silenciosa”. O respeito, base da convivência verdadeiramente democrática (e não da democracia formal de cunho liberal que usa como um biombo o chamado “Estado Democrático de Direito”), surge pela observação procedente de que as disciplinas de Sociologia e Filosofia podem ser utilizadas como um instrumento de deturpação de idéias acerca da realidade material e simbólica do meio social. Por isso, é preciso que possamos estar dando continuidade e ampliando o debate sobre currículos e estratégias pedagógicas na área de ciências sociais. Existe uma grande quantidade de professores das mais variadas áreas que estão exercendo seu ofício muito aquém do que deveriam e a sociedade necessitaria. E isso é pouco questionado e até cumpre uma função de manter a parca instrumentalização crítica do alunado. A Sociologia e a Filosofia estão ingressando, em caráter obrigatório no currículo das escolas de ensino médio do Brasil, devido à luta intensa de grande maioria dos cientistas sociais e dos educadores progressistas e identificados com uma pedagogia que possa verdadeiramente atuar na emancipação das pessoas. Quem tem medo disso? A quem interessaria obstruir a capacidade crítica dos jovens em nossas escolas? Paradoxalmente, vejo que são os mesmos que se intitulam defensores da democracia e do Estado de Direito. Os mesmos que se locupletam da atual estrutura social absolutamente deletéria para expressivos segmentos da população. A violência e o desemprego estrutural são consequências desse quadro atual que encontra defensores árduos até mesmo de sua potencial crítica. Contra essa naturalização dos fenômenos sociais e pela capacidade de posicionamento verdadeiramente autônomo, por meio da compreensão das pessoas de seu papel de sujeitos sociais históricos, é que discordo das principais idéias apresentadas pelo jornalista Casagrande, além de muito me preocupar a sua falta de domínio teórico acerca de conceitos importantes das ciências sociais. Isso evidencia mais ainda a necessidade do ensino de disciplinas como a Sociologia e a Filosofia em nossas escolas. Insisto: a quem interessa a exclusão da capacidade de desenvolvimento de um pensamento crítico que leve os sujeitos a tomarem posições substantivas na realidade social e política? Penso que somente ao pequeno percentual de pessoas que estão se beneficiando da ordem social contemporânea.Thiago Ingrassia Pereira Professor de Ciências Sociais/UFRGS Mestrando em Educação/UFRGS Grupo de Estudos em Ensino de Ciências Sociais (GEECS/FACED/UFRGS) Sindicato dos Sociólogos do Rio Grande do Sul Vice-presidente da Organização Não-Governamental para a Educação Popular – ONGEPDiego Casagrande comenta: “O Estado Democrático de Direito não é um biombo, é produto da razão do homem, em contraposição às sociedades antigas e anárquicas, onde vigorava o império da desordem e do mais forte. É quase um estado de natureza. Não há outro caminho fora da democracia e das regras. Quanto ao artigo em questão, apenas relatei o que é uma realidade inegável: essas matérias humanas tão importantes serão usadas de forma distorcida nas salas de aula brasileiras”
 
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16.07.2006
por Vanderlei Falavigna

Porto Alegre
 
Caro Diego. Li e reli com a maxima atenção a enciclopédia que D.T.M. de São Paulo, enviou para você. Em primeiro lugar ela desconhece o seu currículo e a coragem do gaúcho. Desconhece também o alto grau de politização que temos aqui no RIO GRANDE DO SUL. Seu manifesto foi publicado. D. deve ser PT de carteirinha, pois não vê, não escuta e distorce a realidade. Sua citação de Marx é teatral. Ela esqueceu que Marx dentro de sua doutrina também dizia: esqueça o passado, viva o presente e não pense no futuro. Exatamente isto o que ela faz. Abandonou a faculdade de jornalismo, por se dar conta que seria imparcial ao ver e escrever sobre as coisas que seu partido vem fazendo, por este Brasil afora. Só duas para avivar a memória dela: MST , MENSALÃO …….. são alimentados por quem? A lista é longa e consistente. Provavelmente em sua mente doentia é tudo mentira. Não aconteceu. Caro Diego, esta “moça” é o protótipo do que ocorre na revolução silenciosa, sofreu a lavagem cerebral que ela hoje contesta.O alvo despejar a sua bílis é a pessoa errada. Diego continue firme, certamente tens o apoio e o aplauso de todos as pessoas lúcidas deste país
 
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14.07.2006
por Jose Pedro Furtado Filho
Uruguaiana
 
Li o artigo “A revolução silenciosa”. Simplesmente fantástico. Era tudo o que eu queria e precisava ler depois de ver tudo o que está acontecendo e da forma como está sendo conduzida nossa nação. É uma pena que poucos tenham se dado conta da revolução e o preço que pagaremos em alguns anos… fico receoso, tenho filhos e me preocupa a situção de uma escola “particular” defender idéias como essas, teoricamente a escola particular estaria longe do alcance desses títulos, mas ao mesmo tempo sei que não sou o único a reclamar de tamanha violência contra a liberdade intelectual. Vamos reclamar e começo a repassar o teu artigo.
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14.07.2006
por Lisandro Moura
Porto Alegre
 
**A revolução não deveria ser silenciosa. Se depender de mim e de outros comunistas, ela vai ser violenta e sangrenta** Adorei o seu artigo “A revolução silenciosa”, sobre a Sociologia e Filosofia no ensino médio. Não vejo a hora de se concretizar tudo aquilo que está posto ali. Só não concordo em um ponto. A revolução não deveria ser silenciosa. Se depender de mim e de outros comunistas, ela vai ser violenta e sangrenta. A sociedade supostamente “perfeita” e “harmoniosa” que vocês capitalistas tanto se orgulham, vai ser desmascarada pela sociologia e pela consciência de classe. O conflito histórico entre capital e trabalho vai ser explicitado, e os privilégios que vocês adquiriram com a exploração do trabalho pelo capital serão resolvidos na luta ideológica do saber, até amadurecer e se concretizar na luta armada. Parabéns aos alunos do ensino médio, que terão a possibilidade de pensar para além do ponto de vista burguês, para além do capital.
 
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14.07.2006
por D.T.M.
São Paulo
 
O jornalista Diego certamente nunca entrou em uma sala de aula e encarou um estudante de Ensino Médio ou observou uma aula de Sociologia. Segundo sua lógica, estudantes passivos estão sendo submetidos a lavagem cerebral socialista por meio de professores comunistas. Segundo seus argumentos, a inclusão da disciplina Sociologia no Ensino Médio é parte de uma revolução comunista !!! Eu acredito que os estudantes não são tão passivos assim e os professores, por outro lado, não são tão poderosos assim. É um tanto quanto ingênuo pensar que vestir uma camiseta do Che Guevara tem tanto poder assim. Por outro lado, é incoerente e ignorante afirmar que os sociólogos que trabalharam pela volta da Sociologia à escola sejam “aqueles que sonham com uma sociedade cada vez menos livre, cuja meta é o subdesenvolvimento”. Essas afirmações do jornalista são claramente ideológicas e deturpadas. Ainda bem que abandonei a faculdade de Jornalismo. Se não, hoje eu estaria com vergonha da minha profissão. Para mim está claro que um professor que faça uso político-ideológico da disciplina Sociologia será rapidamente percebido pelos estudantes. Se for um colégio particular, este professor poderá ser rapidamente substituído. Se for uma escola pública, ele será mais um daqueles docentes ridicularizados pelos estudantes, pois os alunos das escolas públicas não são “massa de manobra”, não são imbecis, ingênuos ou facilmente influenciáveis. E os professores de Sociologia não são um bando de comunistas pregando a revolução. Isso é rótulo, caro jornalista. Vejo claramente que a Sociologia no Ensino Médio é um sintoma de que a democracia está em curso no Brasil. Como pode o jornalista associar reflexão e totalitarismo??? Como pode o jornalista associar revolução comunista com nazi-facismo??? Este Diego Casagrande, seja ele quem for, é um ser humano muito mal informado que deveria voltar para o banco da escola, sentar na cadeira de aluno, freqüentar bibliotecas, ler livros e, quem sabe, aprender que o mundo é muito mais complexo e que os professores de Sociologia não são capazes de tal façanha, pois como dizia o própria Karl Marx: “os homens não fazem a história como querem, mas a fazem em determinadas condições históricas…” Isso significa, caro jornalista, que o contexto político da atualidade não permitirá que se dê no Brasil uma revolução socialista. Por que? Porque a globalização é uma realidade e porque as nações tem sobrevivido com base em acordos econômicos internacionais. Alguns acordos nos beneficiam e outros nos prejudicam. Cabe às nações negociarem dentro das suas possibilidades e, nesse contexto, o Brasil é um país endividado, subdesenvolvido e dependente em vários aspectos. Eu não creio que professores de Sociologia ou o Ministério da Educação serão capazes de (a curto ou longo prazo) engendrar uma revolução socialista no Brasil. Não é o que vejo acontecer. Não é o que o curso da nossa história política recente sinaliza para o futuro. Vá estudar jornalista.
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14.07.2006
por Flavio Martins Pinto
Porto Alegre
 
Caro Diego, muito bom o artigo A revolução silenciosa, abordando a lavagem cerebral que ocorre nas escolas. A coisa está tão arraigada que desisti de discutir com quem apóia esse método de ensino Paulo Freire. Criei um personagem que descobriu uma esquizofrenia e abordo o tema de modo satírico-etílico-político na tese do personagem. Tudo está na minha página na seção Contos (www.recantodasletras.com.br/autores/flaviopinto)
 
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13.07.2006
por Sandra Silva

Alegrete
 
Caro Diego, excelente teu artigo “A revolução silenciosa”. Sou articulista do jornal Em Questão aqui de Alegrete e escrevo para vários outros do Estado e alguns sites também. Tenho feito o que posso para através das palavras alertar, ao menos os que ainda lêem, sobre o perigo iminente da implantação de um Estado “Democrático” Socialista. Estamos neste processo de degradação gramsciana desde 1979. Infelizmente não temos mais líderes, nem civis, nem militares. Nem jovens, nem velhos. Somente fazendo com que o povo tome uma posição e inclusive saia às ruas teremos possibilidade de salvação. Vejo o Rio Grande atirado aos pelêgos, na gíria populesca do gaúcho. Os sucessores dos farroupilhas parecem ter chegado à exaustão. Resta-nos Minas Gerais e São Paulo. Talvez um pouco do RJ. A esperança é que as mulheres e as famílias mineiras e paulistanas voltem às ruas como na década de 60. Eu lembro muito bem disso porque estou com 54 anos e faço parte dessa história.
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13.07.2006
por Marcelo Fedeli

São Paulo
 
Prezado Diego, felicitações pelo seu brilhante artigo “A REVOLUÇÃO SILENCIOSA”, tanto pela sutileza da sua análise como pela exposição em si. Importante também a referência a “professores”, “betos” e a um colégio salesiano, visto ter sido especialmente a CNBB, com D. Arns e D. Hummes à frente, seguidos por inúmeros outros representantes do Clero, alimentados pela Teologia da Libertação, e com o apoio de alguns “intelectuais”, os “parteiros” do PT e de Lula. Já divulguei seu artigo entre alguns amigos , mas gostaria de publicá-lo no site da Associação Cultural MONTFORT (www.montfort.org.br) , do qual sou colaborador, para o que solicito sua gentil permissão que antecipadamente agradeço.
 
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13.07.2006
por Cátia Chagas

Porto Alegre
 
Muito interessante o que escreveste sobre a revolução silenciosa. Repudio qualquer tipo de doutrinação nas escolas e universidades. E isso acontece até em cursos de pós. Estou fazendo especialização e tenho tido aulas com sociólogos e eles batem o pé defendendo o MST. Tivemos muitas discussões em aula. Pq além deles defenderem, não aceitam a argumentação dos alunos. Como são todos da comunicação/mídia também batem o pé!
 
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11.07.2006
por Carlos Koehler

Porto Alegre
 
Prezado Diego, quando estudei na Escola Pastor Dohms, próximo à virada da década de 80 para 90, a professora de EMOCI – Educação Moral e Cívica, ensinava que Varig queria dizer “Vários Alemães Ricos Iludindo os Gaúchos”. Isso em uma escola particular e conservadora. Imagine então nas ecolas públicas, o que de fato explica o total grau de alienação da juventude de hoje, que só pensa na balada, no ecstasy, como vai ser o fim de semana, etc. Insistiram tanto nessa lavagem cerebral que os estudantes encheram o saco, tornando-se totalmente alienados.

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