Voto divergente que formula o Excelentíssimo Sr. D. JUAN JOSÉ GONZALEZ RIVAS à sentença de 11 de fevereiro de 2009, ditada no recurso de cassação 905/2008. Com o maior respeito à tese da maioria, não concordo com a decisão. Começarei observando que no Fundamento Jurídico Décimo da sentença se contém as seguintes afirmações: Primeira -. Quando os projetos, textos ou explicações incorram em doutrinação, derivada…
No site A Técnica do Chute, o engenheiro Paulo César Pereira orienta os estudantes, candidatos e concurseiros em geral sobre como se sair bem nos testes de múltipla escolha sem conhecer necessariamente a matéria questionada. Uma das técnicas ensinadas é a do “viés ideológico”: conhecendo de antemão as simpatias e preferências políticas e ideológicas do examinador, o candidato pode descobrir facilmente o que eleconsidera ser “certo” e “errado”, sem necessidade de saber, de fato, o que é certo e o que é errado. Como, no Brasil, o viés ideológico das principais bancas examinadoras é sempre o mesmo, basta conhecê-lo para acertar algumas questões.
Se a técnica funciona — e funciona –, é porque se baseia num fato real: o viés esquerdista e politicamente correto que tomou conta do nosso sistema de ensino. Assistam aos vídeos (aulas 6, 7 e 8) e comprovem.
Sem igualdade de propósitos e ações não há igualdade de resultados. E não há canetaço estatal que possa mudar isso.
O atual presidente da França, sr. François Hollande segue a escola do ressentimento marxista e, percebendo que suas teorias não se aplicam à prática, em vez de rever a teoria, procura reformar a realidade e dar sua contribuição para a construção de uma sociedade de molengas amparados pelo Estado – conforme mostra artigo do The Wall Street Journal de 15 de outubro de 2012.
Notícia publicada no jornal O Globo, em 26 de maio de 2011.
BRASÍLIA – O kit de material educativo “Escola sem homofobia” que provocou polêmica entre religiosos no Congresso e levou a presidente Dilma Rousseff a vetar sua distribuição tinha como público-alvo não só alunos do ensino médio, como informava o Ministério da Educação. O material também foi preparado para ser apresentado a alunos a partir dos 11 anos de idade que cursam o ensino fundamental do 6º ao 9º ano.
Dilma está certa! O governo não pode usar o sistema de ensino para fazer propaganda de opções sexuais e para interferir na vida privada das famílias. Agora só falta ela ser obedecida pelos burocratas e pelos "especialistas". Assistam: