Divulgaremos neste espaço depoimentos de estudantes que tiveram ou ainda têm de aturar a militância político-partidária ou ideológica de seus professores.
Esperamos, com isso, alcançar um duplo resultado. O primeiro é ajudar outros estudantes a identificar as estratégias de doutrinação e propaganda utilizadas por seus professores e, naturalmente, se precaver contra elas. O segundo é mostrar aos professores que porventura se reconheçam em tais depoimentos o grande erro que vêm cometendo ao tentar fazer de seus alunos futuros “agentes de transformação social”, a serviço desse ou daquele partido ou ideologia.
Olá senhor Miguel Nagib, li recentemente sua carta pela internet e achei mt interessante. Qd li sobre a história dela e a data q o senhor a redigiu me lembrei dos tempos de escola. Eu nessa época (2003) cursava o 3º ano do 2º grau e havia tempos escutava calado o q os professores, principalmente de Geografia e História, diziam na sala. Vou contar um pouco da minha história para tornar mais clara a minha posição:
Foi de novo (14 anos) que comecei a gostar mt de política e economia. Foi nessa época também que entrei na escola em que cursaria os 3 anos letivos finais de meu curriculo escolar. Comecei lendo muito sobre a segunda guerra mundial, principalmente biografias. Li todas as possíveis, Hitler, Mussolini, Stalin, Churchill, Hirohito, Roosevelt, enfim, eu, diferentemente de muitas pessoas (ñ só as da minha idade), não queria saber só superficialmente, eu queria saber a fundo.
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Por Luiz Diniz Filho*
Já faz mais de um mês que estive na escola do meu filho para assistir a uma palestra sobre violência (eu queria ter feito um relato disso antes, mas estive sem tempo). A palestra foi realizada porque alguns alunos da escola foram investigados e/ou advertidos pelos seguintes comportamentos inapropriados: a) andaram fazendo gozações com uma funcionária do colégio no Twitter; b) alguns alunos levaram bebida alcoólica para o colégio, e mais de uma vez; c) acharam uma faca escondida no banheiro.
Quando a palestra terminou e os pais foram convidados a falar, decidi fazer uma intervenção que, embora pudesse estar fora do assunto, serviria para dar algum propósito ao tempo que passei ali.
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“Nossos filhos e netos estão sendo contaminados no mesmo ambiente que pagamos para que sejam educados. Estão sendo postos a perder pelos mesmos que deveriam ser os primeiros a nos alertar sobre qualquer anormalidade observada nas delicadas fases de infância e puberdade de suas vidas.”
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Relato de um pai de aluno sobre entrevista com o coordenador de ensino do Colégio “X”, realizada em 21 de maio de 2009.
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A reclamação que encaminhei
O professor de geografia do meu filho afirmou que, antigamente, diziam que a dívida externa brasileira era impagável, mas “o Lula foi lá e pagou tudo direitinho”.
Fazer tal afirmação sem contar para os alunos que eram justamente Lula e o PT quem mais defendiam a tese de que a dívida seria impagável significa tirar proveito da pouca idade dos alunos para mostrar-lhes uma versão fraudada da história recente do país. E como o professor tem idade para saber a diferença entre o que Lula e o PT diziam e o que fizeram quando chegaram ao poder, está claro que o professor manipulou a história de forma deliberada.
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Defendendo os filhos dos outros, o coordenador do ESP, Miguel Nagib, denuncia a prática de doutrinação ideológica num dos mais tradicionais e conceituados colégios do Piauí (texto publicado originalmente em 12.04.2009).
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Não é preciso assistir a uma aula de História no Instituto Dom Barreto (IDB), de Teresina, para fazer uma idéia do cerco ideológico a que estão sendo submetidos os alunos dessa conceituada instituição de ensino piauiense: basta visitar a página da coordenação da disciplina de História, no site do colégio (clique aqui), e dar uma olhada nos textos ali oferecidos à reflexão dos estudantes. São eles:
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