Legitimação do vandalismo nas universidades

Por Luiz Lopes Diniz Filho

No post anterior, comentei que o esquerdismo da escola brasileira pode ser um dos fatores responsáveis pelo vandalismo a que estamos assistindo – na verdade, trata-se de terrorismo mesmo, ainda que, até o momento, sem mortes, como notou Flávio Morgenstern. Mas não é apenas no ensino médio que os alunos aprendem que a luta insurrecional e as barbaridades cometidas por “movimentos sociais” como o MST são justificáveis, pois o mesmo se dá nas nossas universidades!

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A mitificação de Milton Santos

 

Por Luiz Lopes Diniz Filho

Poucos intelectuais brasileiros foram tão mitificados quanto Milton Santos, e não só pelos geógrafos. Certa feita, abri o Estadão e dei risada ao ler o seguinte: “Ele entra para a história intelectual do País não só por antever as perversidades da globalização e os fenômenos mundiais da urbanização, mas por ter revolucionado a geografia, ao entendê-la como uma ciência humana e não natural” (Pires, 2007, p. D9).

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Professores do Rio põem em prática a violência que ensinam nas escolas

Por Luiz Lopes Diniz Filho *

Quando estouraram as badernas de junho, motivadas pela ideologia esquerdista que alimenta o Movimento Passe Livre e grupos do tipo Black Bloc, alertei para o fato de que esses vândalos se sentiam justificados pelo que tinham aprendido nas escolas (ver aqui). Após apresentar uma série de evidências para demonstrar que a escola brasileira apoia abertamente a violência insurrecional e ditaduras comunistas, indaguei: até que ponto o sistema brasileiro de ensino não tem responsabilidade indireta nas explosões de violência a que estamos assistindo, já que divulga as ideologias socialistas que servem de base para as ações truculentas de certas pessoas convocadas a ir às ruas pelo Passe Livre?

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O que a escola esconde

Por Luiz Diniz Lopes Filho *

Já tive oportunidade de conversar com alguns professores que, insatisfeitos com a doutrinação praticada em nosso sistema de ensino, reclamam que têm dificuldade para oferecer conteúdos alternativos aos alunos porque os livros didáticos seguem a pauta da teoria social crítica. Nesse sentido, o objetivo desta página é indicar textos curtos e de fácil leitura que podem ser usados como material de apoio pelos professores empenhados em oferecer aos estudantes a oportunidade de conhecer os fatos deliberadamente omitidos nos livros didáticos de história e de geografia.

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Professor não tem direito de “fazer a cabeça” de aluno

Por Miguel Nagib *

É lícito ao professor, a pretexto de “despertar a consciência crítica dos alunos” – ou de “formar cidadãos”, “construir uma sociedade mais justa”, “salvar o planeta”, etc. –, usar a situação de aprendizado, a audiência cativa dos alunos e o recinto fechado da sala de aula para tentar obter a adesão dos estudantes a uma determinada corrente ou agenda política ou ideológica?

Com outras palavras: é lícito ao professor tentar “fazer a cabeça” dos alunos?

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