Depoimento enviado ao ESP (15.07.2016)

Precisamos lutar para que a barbárie vista nas universidades não chegue às nossas crianças. A situação na minha universidade é um desastre. Concluí agora o curso de letras numa estadual. Grupelhos ideológicos, que não estudam nem trabalham, tomam conta de tudo. A universidade é toda pichada com palavras de baixo calão.

Praticamente todas as disciplinas são estudadas a partir de uma visão à esquerda. Em TODO semestre há mais de um professor que usa a disciplina para passar porcarias ideológicas, circunstância em que a intimidação é escancarada. Os alunos, que não têm condições nem preparo para se contrapor a tudo isso, acabam cedendo. A atitude cômoda de dizer o que será facilmente aceito, o objetivo de ganhar a simpatia do professor para passar na disciplina e talvez conseguir uma bolsa de estudo levam todos para o mesmo buraco. Discursos contrários à esquerda são tratados com cinismo.

Outro dia, uma aluna pichava a parede, uma professora viu e foi reclamar; imediatamente a professora se viu cercada por outros alunos, que a chamavam de fascista. A universidade é um ambiente angustiante.

Dias desses, meu irmão mais novo e seu amigo brincavam na sala de casa e eu assistia ao jornal pela TV; a matéria falava da operação lava-jato, da corrupção do governo petista; quando a matéria encerrou, o amigo do meu irmão, de cerca de 12 anos, comentou: “meu professor de história vive defendendo o PT no colégio”.

Os malandros (de)formados nas universidades estão nas escolas, prontos para fazer lavagem cerebral ideológica nas nossas crianças.

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